segunda-feira, 15 de julho de 2013

Treino PL40 - E agora, José?

Foi muito legal. Mas também muito antes da hora. O quadragésimo treino do Projeto Lisboa foi a corrida comemorativa ao aniversário desse meu cantinho do universo. Faltando nada menos que treze dias para a data propriamente dita... E agora, no dia mesmo, o que a gente faz? Acho que vai para Redenção da Serra, comemorar na beira da represa, correndo mais uma etapa do circuito local.

Confira como foi a festa de ontem em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/sjc2013.htm









sábado, 13 de julho de 2013

Treino PL39 - Só dando uma olhadinha...

É... Depois de muita (e necessária) vagabundagem, quatro dias sem correr, três deles de ócio total (voltara na quinta à noite para a academia, fazendo uma série só de musculatura superior), era chegada enfim a hora de voltar aos treinos de corrida. Caiu a ficha de que a Maratona de Lisboa está chegando, faltam menos de três meses para a minha estreia internacional nos 42,195 km. O descanso e a recuperação depois da batalha do Rio foram muito importantes, diria fundamentais. Mas não havia mais tempo a perder.

Cascais é logo ali...
Talvez o mais sensato fosse fazer um trotezinho solitário, de no máximo meia hora, aqui no gramado da frente da Quinta das Flores. Mas o ninja Mario havia solicitado a vez no rodízio de projetistas dos treinos coletivos semanais. E, como no futebol de Gentil Cardoso, quem se desloca recebe, quem pede tem preferência.

E agora, qual dos dois sou eu, mesmo? Japonês é tudo iguaru, né?
O treino de regresso estava previsto inicialmente para quarta, mas, a meu pedido e dos demais sobreviventes da maratona carioca, foi transferido para a sexta. Valeu. A troca possibilitou a presença até de gente que andava meio sumida, tipo o Michel, a Aninha, o Silas e o Rodrigo Almeida. A Praça da ACM no Jardim Satélite, que já é bonita, ficou ainda mais com a animação dessa galera.

A turma do arroz de festa, mas também rostos novos (ou ressurgidos)

A ideia do "conterrâneo" foi bem bacana: um percurso passando pelos três principais shopping centers da cidade. Eu até já fizera isso também, mas num voo solo em agosto do ano passado. O desenho ficaria mais ou menos assim:

Só faltou levar o cartão de crédito...
Começamos o circuito do consumismo pelo centro de compras da região sul, que na sexta à noite fica sempre cheio de manos & minas e muito difícil de achar vaga para estacionar. Passaríamos primeiro pela sua entrada de motos e bicicletas, depois pelo acesso da Avenida Andrômeda, de trânsito complicadíssimo por conta da reforma (para que mesmo, hein?). E dobraríamos à direita para percorrermos sua face voltada para a Via Dutra. Deixaríamos o restante do contorno, incluindo a nova área de expansão, para o finalzinho do treino. O velho terreno da fábrica de chinelos foi muito bem aproveitado, não dá para negar.


O velho e o novo sul do Vale
O caminho dali em diante seria pela Avenida Jorge Zarur, o nosso Vidoca. Com um grupo grande como aquele na pista, até que os motoristas respeitaram (e receberam nossos acenos de agradecimento). Mas nem sempre é assim. O trânsito ali nas alças do Anel Viário, àquela hora do começo da noite, costuma ser bem carregado. E complicado.

Não é Sumpaulo, mas é quase...
Não tardou que chegássemos ao segundo shopping da noite; o que foi uma construção iniciada e abandonada durante muitos anos, ao lado do condomínio residencial homônimo. Enfim inaugurado, tornou-se o que mais recebe eventos de corrida, além de sediar um teatro, sempre com boas opções culturais (a gente não pensa só em corrida, tá?). A sua atual reforma, que deve duplicá-lo de tamanho, tem causado alguns transtornos, inclusive a impossibilidade da realização de eventos esportivos, já há algum tempo. Mas deve ser por bom motivo. Vai ter espaço à beça para as arenas quando enfim ficar pronto.

Nas colinas
Até ali, tudo plano ou descida. Mas depois desse segundo contorno, começavam as armadilhas da noite. Voltar da subida da Niemeyer e encarar logo de cara a da São João é crueldade com os colegas, viu, japa? Mas até que escalei de boa, junto à mureta central, diminuindo a marcha ao máximo, mas não andando. Virei à direita na Sagrada Família sem precisar de extrema-unção.

Impressionante como parece moleza na foto...
O itinerário até o terceiro shopping da noite foi meio intrincado, passando pelo retão da Madre Paula e Heitor Villa-Lobos e virando ladeira abaixo na Rua Pedro Ernesto, depois de atravessar Nove de Julho, Adhemar de Barros e Francisco José Longo. Outra descida forte, daquelas que dão friozinho na barriga, foi a da Rua Turquia. Pena que a última. Depois, subida pauleira, da Rua Roma até chegar à Avenida Lisboa. Uia! Que coincidência...

A montanha-russa joseense
Chegamos então ao mais antigo dos grandes shoppings da cidade, inaugurado no distante 1987. Lembro que, na primeira vez que entrei lá, pensei que nunca iria conseguir decorar onde estava cada coisa. Talvez hoje em dia, depois da grande e recente reforma, que o deixou meio irreconhecível por dentro e por fora, eu até não saiba mais mesmo. Mas houve um tempo em que andava lá de olhos fechados. Ali eu tenho muita história dos tempos de moleque. Outro dia desses... ;-)



O do meus tempos de mano
Hora de retornar. E o caminho mais curto era pelas avenidas paralelas à rodovia Rio-SP, onde estaremos no próximo dia 21, a caminho de Aparecida, só que no sentido oposto. Primeiro descemos a Benedito Matarazzo, do lado direito da pista. Depois cruzamos por baixo o viaduto e fomos para a Henrique Teixeira Lott. Um trechinho de marginal, em fila indiana, assustando os motoristas que vinham no fluxo. E logo chegamos de volta ao meu bairro, de onde saíramos hora e poucos minutos antes.

Viemos lááááá do fundão
Foram 12,4 km. Pelo menos eu acho. Meu relógio-frequencímetro-GPS endoidou e, mesmo tendo marcado todas as parciais de quilômetro, simplesmente voltou ao modo hora, sem salvar na memória o treino. Primeira e, espero, última vez que isso acontece. Sem cansaço, em um bom ritmo, bem mais forte que os 6'/km que eu esperava fazer morrendo nessa retorno. Um belo treino. E, melhor, passando pelos três grandes shoppings, sem comprar nada e nem gastar nenhum tostão (ô, cara mão de vaca!!!!).

Pense numa galera feliz, porque faz o que gosta

Agora, é voltar às corridas, na prova do aniversário da cidade, domingo próximo. E seguir treinando, firme e forte, para a maratona portuguesa, com certeza. Há vida depois da maratona. E sim, ela continua.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Treino PL38 - Rio (quase) quarenta graus

Tá, tá, é exagero meu... Foram trinta e poucos, 33ºC no máximo. Pra mim, já é muito. Não consegui render bem e fiz a minha pior marca em cinco participações na maratona carioca. De caso pensado. Eu é que não ia estragar um ótimo final de semana de muita diversão com os amigos "correndo pra morte" numa frigideira daquelas. Dosei, e dosei bastante. Corri só mesmo para completar minha décima maratona, quinta no sempre lindo Rio de Janeiro. Valeu. Sigo firme, forte e motivado para a sequência do Projeto Lisboa.

Confira como foi em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/marario2013.htm










quinta-feira, 4 de julho de 2013

Treino PL37 - Deu Zebra!

Calma, calma... Foi no bom sentido! O último treino antes da Maratona do Rio serviu também como celebração do 65º aniversário de um dos nossos mais queridos amigos, fundador da Equipe 100 Juízo, figura das mais populares do meio esportivo regional. Não há quem corra em São José dos Campos e adjacências e não conheça Atelmo Assis, o Zebra.

Esse veinho é porreta!
Outra festividade da data foi a cerimônia de entrega das camisetas que usaremos nas provas de 21 e 42 km do próximo domingo, 7 de julho. Com o apoio das empresas Construtora Tabaporã e Galter Imóveis, oito integrantes da trupe dos malucos do asfalto estarão na orla carioca, em suas estreias nas longas distâncias; ou na busca de seus novos recordes pessoais.

Raphael representando Aldo; no mais, o time Tabaporã/Galter/100 Juízo em campo
O local escolhido para a concentração foi o condomínio da zona leste onde mora o Capita. Foi chegando um, depois outro e mais outro... E logo a rua estava fechada! Celebrity é celebrity.

Dava até pra jogar futebol...
Com a chegada do Diretor Edward, para dar o apoio pedalístico e fazer o documentário, mais o atrasadinho Marião, logo após uma breve reunião para a decisão do roteiro a ser seguido (bem curto, a pedido dos maratonistas), enfim largamos. Chegamos até a parar o trânsito da Estrada Velha sentido Caçapava para atravessá-la... Moral, hein?

Segurança em primeiro lugar, usamos a lateral da ciclovia
O caminho não teve muito segredo. Do Jardim das Flores até Eugênio de Melo. E dali, após desfilarmos na via principal do distrito, pela marginal da Dutra até a Embraer. Com até as feras, como o Wagner, rodando em ritmo leve, formamos um pelotão de cinco e seguimos só no bate-papo. Não é todo dia que dá pra correr ao lado desses craques... Privilégio!

Borrou. Mas somos nós, garanto
A meta era não chegar aos dois dígitos. Assim que ouvi o bipe do relógio soar pela quinta vez (ou "gepear", segundo o homenageado da noite, sempre cheio dos neologismos), portanto, tratei de fazer o bate-e-volta, puxando comigo parte da turminha. Ainda não havíamos chegado à unidade da fábrica de aviões. E nem precisávamos. Noite de pegar leve.

Nem vi
O regresso também seria só na manha do gato. Escoltado o tempo todo por aquele que garante que vai correr os 42 km ao meu lado no domingo (quero ver!). Haja assunto, hein, mano Edson? Mas esse conversê não pode passar (muito) de quatro horas, combinado? ;-)

Conheço faz pouco tempo. Mas já é meu irmão
Com um miguezinho de leve para encurtar o caminho de volta, logo chegamos ao ponto de partida, fechando o roteiro cinco minutos abaixo da hora completa. Mais que satisfatório para fechar a conta de uma preparação tranquila, sem sustos ou dores, de 1263 km rodados (incluindo treinos e provas). Praticamente duzentos (!) a mais do que rodei no ano anterior, quando conquistei minha melhor marca oficial, também no RJ. Não prometo nada. Mas estou confiante em ao menos repetir a boa atuação (só não precisa deixar o termômetro passar dos trinta graus, tá, São Pedro?).

Que seja piedoso o astro-rei
Aí, foi só festejar, com os comes e bebes oferecidos pelo aniversariante e trazidos pela galera. Teve sucos diversos, barrinhas, frutas, roscas salgadas e doces (e mista). Foi praticamente um jantar de massas... Até um vinho rolou! Passei... Quem sabe depois da marvada, pra comemorar (ou esquecer!).

Ô loco, BCAA???
Agora é descansar, curtir os (merecidos) dias de folga. Aproveitar as duas noites com a família, revisar a checklist, mas também jogar bola com meu guri, arejar a cabeça, deixar preocupações e ansiedade (sim, mesmo na décima vez!) de lado. E tentar fazer o melhor que puder no domingão. Agradeço a todos pelo apoio e torcida. Estaremos juntos, mais uma vez, do Pontal ao Aterro.

Assim foi o último mapinha antes do Rio

Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/337156695

Resumo do treino:






quarta-feira, 3 de julho de 2013

Corridas melhores para corredores melhores

Vamos exigir corridas melhores? VAMOS.

Mas vamos também mudar o nosso comportamento enquanto participantes delas.

Vamos fazer inscrição somente naquelas (gratuitas) em que pretendemos MESMO comparecer. Se não tivermos certeza, não vamos fazer "só para garantir" (veja esta postagem do Emerson IserBem no Facebook sobre "devoluções").

Vamos batalhar para que as provas tenham tapete de cronometragem na largada para marcar o tempo líquido. Mas vamos também largar no lugar correto, independente de separação oficial em baias de ritmo. Se eu não estou na briga pelos primeiros lugares, por que cargas d'água preciso sair lá na frente? Às vezes, para caminhar logo nos primeiros quilômetros, aliás...

Vamos evitar os "bloquinhos". Correr com os amigos é legal. Mas precisa ser TÃO juntinho assim? Não dá para fazer isso nos treinos? Não dá para abrir um espacinho?

Mas vamos também ter um mínimo de educação. Não vamos abrir caminho com os cotovelos e nem gritando "sai!" ou "abre!". Não vamos nos achar os donos da rua.

Vamos pegar nosso copo no posto de hidratação e deixar a área livre para quem vem em seguida. Não vamos debruçar nele como se fosse uma área de repouso ou um balcão de boteco.

Vamos jogar lixo no lixo. Se não tiver, vamos reclamar para que tenha na próxima vez.

Vamos pegar aquilo que formos consumir. Se o posto de isotônico ou de gel for "open bar", não vamos agir como saqueadores de caminhão tombado.

Vamos tratar com educação aqueles que estão trabalhando para o nosso lazer (ou a nossa competição). Ok, o ritmo é muito forte para um "obrigado", né? Então acene ou balance a cabeça. Não custa nada.

Vamos batalhar pelo êxito das nossas equipes, assessorias ou coisa parecida. Mas sem jamais prejudicar as outras, sem ultrapassar os limites da ética. Não vamos nunca sabotar as conquistas alheias, principalmente aquelas das quais já desfrutamos um dia.

Vamos ser honestos e íntegros. Se for inevitável correr com a inscrição de outra pessoa, vamos tentar alterar os dados pessoais na tenda de cronometragem (sim, isso é simples e possível em muitos casos; deveria ser em todos, vamos brigar para que seja). Ou, caso não possa ser feito, vamos correr apenas com o número de peito, sem o chip, para não prejudicar a classificação e premiação, principalmente em caso de "troca de sexo" ou "troca de idade".

Vamos dar a nossa opinião, fazer nossa voz ser ouvida. Maus organizadores se escondem. Mas são minoria. A maior parte que conheço prefere ouvir (ou ler) críticas construtivas no lugar de elogios vazios. Vamos usar os canais de comunicação que existem, e estão aí para isso mesmo; ou vamos criar os os nossos próprios. Ficar só de mimimi não resolve muita coisa...

Pequenas mudanças de atitude, no esporte e na vida, podem fazer TODA A DIFERENÇA.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Treino PL36 - Como se fosse a primeira vez

Existem inúmeras primeiras vezes na vida. E nem tem necessariamente a ver com idade. Continuamos, a cada nova fase da existência, experimentando coisas e situações novas. A não ser que estejamos totalmente fechados a elas. Ou, às vezes, até se estivermos.

Sempre é
Com a corrida, não deixa de ser meio parecido. Sempre tem um novo percurso, uma prova nova, mais um companheiro que se junta à velha turma de treinos... Mas há também, sobretudo para alguém que corre no lugar em que passou a vida toda, ou quase isso, o resgate de outros primeiros momentos do passado. Decidi fazer deste penúltimo treino antes de mais uma maratona, último nos arredores de casa, uma sessão nostalgia do gênero.

Pois é, Mumu...
O que não falta, neste Jardim Satélite que me viu crescer, aprontar à beça como criança e depois adolescente (tenham paciência, aos 4.2, quase saindo dessa fase!), são reminiscências. Difícil olhar para algum canto do bairro que não me lembre alguma história. Comecei trotando pela panorâmica rua do deck, ainda pensando sobre quais caminhos tomar. Mas logo virei à direita na primeira rua do bairro, que do outro lado da Cidade Jardim se transforma em Avenida Iguape, limite com o vizinho Bosque dos Eucaliptos. Não havia melhor lugar para dar uma passadinha senão naquele onde dei a minha primeira corridinha depois de mais de uma década de sedentarismo... Aquela já famosa reta de duzentos e poucos metros da Área Verde.

Quem diria que esse papo reto fosse parar até na TV
Do parque, que cruzei num tiro só, sem dar voltas, retornei ao Satélite pela Rua Itabuna. Passei pela esquina dela com a primeira rua onde morei no bairro, a Itambé. E avistei por ali a (hoje) casa onde funcionava, em meados dos anos setenta, a primeira (pré-)escola em que estudei, que atendia então pelo singelo e meigo nome de Paraíso Encantado. Segui então pelas ruas Ipiau e Itapoã até a escola municipal onde estive da primeira até a oitava série. Há um tempinho atrás...

No Gúgol não tem o logo antigo... Quem sabe no museu?
Enquanto atravessava a Avenida Cassiopéia e ganhava as ruas da primeira parte a ser colonizada no bairro (não à toa, chamada de Satélite Velho), fiquei pensando em outras primeirices... Passei até, sem querer, vejam só, perto do cantinho escuro do primeiro amasso com a primeira namorada. Mas aí, abafa, abafa, senão a patroa manda bombardear o lugar.

Precisa de legenda?
Cheguei ao Poliesportivo João do Pulo e não resisti a uma entradinha, só mesmo para um giro em torno da pista onde conquistei minha primeira, e durante muitos anos, única medalha em competição de atletismo. Hoje quase escondida, no meio das duzentas e tantas de participação em corridas de quase todas as distâncias possíveis. Saí rapidinho, o treino era curto. E retornei pela Canopus, que todo mundo daqui conhece como rua da feira. Só que aí não era primeira. Era segunda-feira.

A feira é livre
De volta à avenida, passei pela igreja onde fiz a primeira comunhão, atravessei de primeira as duas faixas da movimentada Andrômeda. E, como não tinha mais nada para inventar, entrei na primeira rua depois da esquina, a Enseada, pela primeira e última vez na noite correndo forte, só para finalizar logo os cinco quilômetros da brincadeira. Mais uma daquelas bobagens divertidas. Que transformam os treinos mais banais em algo para se recordar e sorrir.

Mapa meio esquisitão
Fecho a conta da preparação para o Rio de Janeiro num treininho de bota-fora com os amigos na região leste, quarta-feira, no Jardim das Flores onde reside nosso velho amigo Zebra. Coisa leve, porque essa semana é de canelas para o alto, só um agitozinho à toa, para não ficar totalmente parado. Que venha a Niemeyer! E todo o resto também...

Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/336208041

Resumo do treino:








segunda-feira, 1 de julho de 2013

Treino PL35 - O melhor plano de saúde... É correr!

O trigésimo quinto treino da planilha para Lisboa (e um dos últimos antes da Maratona do Rio) foi também a décima terceira corrida do ano. Minha sexta participação consecutiva na Unimed Run, corrida que (quase) não repete percurso e já esteve em várias diferentes sedes, mas, independente de onde acontece ou por onde passa, é sempre uma bela festa.

Confira meu relato em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/unimed2013.htm