quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Treino PL57 - Um banho de alegria

E não foi nem daquelas duchass, cujo jingle os mais velhinhos hão de lembrar. Foi de chuva mesmo. Daquelas fininhas, garoa de dar ao interior feitio de capital paulista. E temperatura de deixar quem diz que ama correr, mas só da boca para fora, em casa, debaixo das cobertas.

Eu perdi o meu
O que leva às ruas, numa friaca dessas, uma valente e animada turma de corredores? Parafraseando o saudoso Joelmir, difícil explicar para quem não é, e totalmente desnecessário para quem é. Não há um porquê, não precisa haver. Estamos lá porque gostamos de correr e de estarmos juntos. Reunir velhos amigos ou receber novos. Ver de volta, com muita alegria, quem deu aquela sumida, por lesão ou outros perrengues da vida.

Antes do congelamento
Faltou gente nessa foto. Wagner, que esperamos ter recebido boas notícias da ressonância no joelho. E Edson, que andou levando susto com a moto. Esquisito treinar numa quarta-feira à noite sem a presença de quem está sempre conosco, de onde quer que saia o treino. Mas estávamos ali no Vicentina também para representá-los.


Forza, guerreiros!
Ninguém quis se arriscar escolhendo um percurso. Então sobrou a bucha do canhão mais uma vez para este que vos escreve. Fui no trivial. Um dos caminhos mais simples (e manjados) que existem. Sem novidades ou risco de gente se perdendo por aí. O velho bate-e-volta dali até o Urbanova. Retornando no sexto apitinho do relógio, para inteirar uma dúzia de quilômetros ao final.

Rabiscos no chão
Comecei puxando a fila e correndo ao lado do Vinicius, que não apareceu na foto oficial, mas também estava de volta aos treinos conosco. Afora incômodos de vento contra e água escorrendo no rosto, o tempo frio sempre me dá mais disposição do que o oposto dele. Logo de cara, já deu para perceber que seria um treininho ritmado, tendendo ao progressivo. Pelo menos no caminho de ida, em declive suave e constante. Não é toda noite que eu faço, sem valer nada, parciais abaixo dos 5'.

Progressive rocks!
Na chegada ao rio, o parceiro de início de treino já resolveu voltar e eu tentaria ficar na cola do Helber e da Adriana (como corre essa moça!!!!). Tonicão, Toninho e Ricardo Mourão estavam logo ali, no retrovisor. Mas a minha segunda metade de treino seria um coletivo solo. Com os amigos por perto, mas também comigo mesmo e meus pensamentos apenas. Muito no que refletir, muitas e importantes decisões para tomar, muitos abacaxis para descascar... Assim é a vida!

Um de cada vez
Sem sentar a bota como no comecinho, mas também não arrastando o popozão na volta, cumpriria a minha participação no treino mantendo uma boa média de 5'30''. Chegaria ao parque ensopado, de suor e da chuva fina e insistente. Mas também feliz. Como era, aliás, a expressão de todos ali, qualquer que tenha sido a distância ou a velocidade de suas corridas.

Rir é o melhor remédio. Correr, logo ali junto
Não preciso de medalha, de camiseta, de kit. Não preciso nem de prova-alvo, embora goste, claro, de ter uma. Não preciso estar treinando para algo específico. A mim, basta saúde e paz de espírito para correr. E correr, para ter saúde e paz de espírito.

Uma coisa leva à outra
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/359049141

Resumo do treino:

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Treino PL56 - Uma segunda chance

A postagem sobre a minha (frustrada) experiência com aplicativo para celular RunKeeper rendeu... Pintaram comentários a rodo, aqui no próprio blog e nos links que postei no Facebook. Desde gente concordando com a falta de estabilidade e precisão (sugerindo ou não outros apps similares para corrida) até defensores fervorosos, dizendo que usam desde a primeira edição da São Silvestre e não trocam por relógio-frequencímetro-GPS nenhum nesse mundo.

Corredores a lenha
Não tive ainda a curiosidade de baixar para teste os demais aplicativos sugeridos (Runtastic, Endomondo, Sports Tracker, etc.) pelos visitantes. Provavelmente o farei em outra oportunidade. Mas resolvi acatar uma sugestão do Enio Augusto e marquei, para esta noite de segunda-feira, um tira-teima. No braço esquerdo, o bom e velho Garmin Fenix do dia-a-dia. No corner direito, o desafiante celular rodando a versão mais recente (e gratuita) do programinha. Seria, com o perdão dos meus amigos sardinhas, mais um Barcelona x Santos?

Sacanagem...
Antes de continuar com a análise, um adendo. Problemas de saúde de seu pai impediram momentaneamente minha esposa de dar continuidade a seu curso, iniciado na semana anterior. Como nunca disse aquele presida das três letrinhas, esqueçam o que eu escrevi (na sexta). Estou de volta à rotina dos meus treinos noturnos. Pelo menos por enquanto.

E não se salva ninguém
A primeira comparação, como já era esperado, deu vantagem ao celular. Que acha o sinal do satélite bem antes do relógio: poucos segundos contra mais de um minuto. E olhem que hoje, o Fenix até que demorou pouco para pegar no tranco. Aquela voltinha circular, no velho estilo do Relógio Musical do antigo "Qual é a música?" é extremamente irritante às vezes. Já me fez até "começar corrida" depois do pórtico.

Casou com ela?
Em um segundo aspecto, o da praticidade de uso, entretanto, o relógio dá um baile. Ambos iniciam cronometragem e monitoramento de distância a um toque de botão, mas o do primeiro está logo à mão (ou ao pulso), enquanto o celular precisa sair primeiro de seu receptáculo. Para não ter de usar novamente a armband em meu scharzeneggenérico braço, tentei deixar no bolso do shorts. Chacoalha muito, dá uma sensação de insegurança ao correr. Acabaria levando na mão mesmo.

Aperte & corra
Num percurso bem manjado e de baixo grau de dificuldade, afinal, era noite de treino regenerativo, iniciei o trote surpreso com o primeiro boletim sonoro do RunKeeper. Batendo exatamente com a distância mostrada na tela do Fenix. Concorrentes dele, como o Motorola MotoACTV, que cheguei a usar em testes durante pouco mais de um mês, também contam com o recurso de avisar por voz a cada intervalo (de quilômetro em quilômetro, por exemplo) sobre o tempo, a distância já percorrida e o pace médio. Não é algo que, particularmente, me faça falta. Mas não deixa de ser uma funcionalidade interessante para quem gosta (há quem precise sempre de um "treinador", mesmo que seja virtual). Eu prefiro música.

Quer procê?
Continuei achando, como na primeira vez, que a variação do ritmo instantâneo mencionada pela moça do aplicativo foi exagerada, sem que as minhas passadas pelas avenidas do Jardim Satélite e Bosque dos Eucaliptos correspondessem a ela. Como legítima representante do gênero, ela não se decidia. Ora dizia que eu estava a 7 km/h, ora afirmava que passava dos doze. Nem caminhei e nem rodei em ritmo de prova. Mas a medida de ambos, relógio e celular, continuaria bem próxima em quase todos os quilômetros completados, variando no limite da precisão das casas decimais. Algo realmente inesperado. E positivo.

Brincadeirinha, meninas...
No final das contas e do treino, a diferença aumentaria um bocadinho (60 metros), mas ficaria dentro de padrões absolutamente aceitáveis, menos de 1%. A segunda impressão a respeito do aplicativo, portanto, foi bem melhor que a primeira. Frescurinhas legais, como postar diretamente no Facebook ou Twitter a partir do próprio aparelho, sem ter de transferir os dados da atividade para o PC primeiro são interessantes. Muito embora eu tenha perdido este costume, deixando a "surpresa" aqui para os leitores do blog.




A diferença nos tempos se deveu ao start primeiro no celular e à uma breve parada na Área Verde para um gole d'água antes do sprint final. O aplicativo, como também o relógio, tem nas suas configurações uma opção de pausa automática quando o usuário interrompe a corrida. Mas a perda momentânea de sinal do GPS, na passagem sob áreas cobertas, como viadutos, túneis ou mesmo marquises pode comprometer a cronometragem neste caso. Prefiro, tradicionalmente, deixar no pause manual mesmo. No relógio, é mais fácil fazê-lo. No aparelho, até tirar, apertar, apertar de novo e guardar, perde-se muito tempo.

Não complica...
Treininho curtinho, gostoso, confortável... Ouvindo uma lista só com "top songs", passou num instante. Até o coração curtiu, bateu devagarinho, quase não passou dos 130 bpm. Cheguei, com estes sete, à significativa marca de 1500 km rodados em 2013. Tem horas que dá vontade de mandar maratonas e recordes pessoais às favas e fazer só meia dúzia destes trotezinhos por semana... Um dia ainda tenho essa epifania.

Ouça o seu
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/358003042


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Treino PL55 - Fazendo história

Era para eu tê-la corrido em 2011. Mas tive de escolher entre ela e a douradinha, aquela que todo mundo papagaiou dizer que é a melhor que há em termos de vinte-e-um. Aí eu fui. E dei só a tradicional camiseta preta de manga longa de presente para D. Janete (que gostou).

Em 2013, em compensação, ela não me escapou. O quinquagésimo quinto treininho pró-lisboeta foi a 18ª edição da Corrida do Centro Histórico, organizada pela Corpore e patrocinada pela Líquido Moda, que já havia me presenteado (mediante vitória em promoção na grande rede social) para a Night Run na semana anterior.

Veja como foi em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/18centhist.htm





sábado, 10 de agosto de 2013

Treino PL54 - Tudo de cabeça para baixo

Quem não se lembra daquele papo bissurdo da infância, de cavar um buraco no quintal (coisa que hoje em dia nem existe mais) e sair lá no Japão? Eu, de feições nipônicas, tinha ainda uma carga adicional de bullying, ouvindo os coleguinhas perguntando como havia sido a viagem...

O que atrapalha é o magma
Faltando menos de dois meses para a prova-alvo do segundo semestre, que dá as iniciais P e L aos treinos e títulos das postagens, eis que vou parar em Tóquio. Não, não é para a maratona local, que entrou para as majors e acontece só em fevereiro de 2014. Não, não ganhei zoiões de mangá e nem pintei os cabelos de rosa. Só mudei de fuso horário em relação aos meus treinos. O velho animal noturno que vos escreve vai ter de virar, na marra, um corredor matinal.

Emília, Emília, Emília... ♪♫♪
Com minha esposa e chefe de torcida em um compromisso nas noites de segunda a sexta durante os próximos três meses, sobraram para mim as tarefas de baby-sitter (de "bêibi" grande) e dono-de-casa. Que dureza! E pior que o Fantástico nem está por aqui... Ou ainda bem que não está!

O que vai acontecer? ♪♫♪
Pode parecer frescura, afinal, eu já acordo cedo para correr. Mas é bem diferente fazer disso uma exceção, uma vez por semana, aos domingos; e ter o resto do dia para descansar. Do que uma regra, (quase) todos os dias, madrugando para treinar nas ruas ou na academia. Para mim, isso é subverter a natureza. A minha, pelo menos. Correr de luz apagada é sempre um prazer. Com ela acesa, dependendo da intensidade luminosa, vira um sacrifício.

Eu sou da night
Mas não tem chabu. Se é assim que tem de ser, assim será. Um desafio a mais, entre os muitos que já enfrentei desde que escolhi contrariar meu tipo físico e a lógica para praticar este esporte. Comecei nesta sexta, em que tinha na planilha um longuinho de 25 km (que faria na luxuosa companhia dos amigos, aliás). Coloquei o alarme do relógio para as cinco e meia da madrugada. Acreditei num snooze extraoficial, "só uns minutinhos a mais"... E só fui sair da cama depois das seis e meia!

Quase isso...
Aí, claro, não teria jeito de correr a distância que queria. Tomei café da manhã rapidamente, vesti o uniforme de super-herói e me mandei para a rua, com o relógio marcando sete e pouquinho. O sol já havia dado as caras, mas o friozinho da manhã ainda era agradável. O GPS custou a achar o satélite e atrasou ainda mais o início da brincadeira. Atravessei a Cidade Jardim e, a passos lentos, iniciei o caminho na ponta de cá da Cassiopéia. Sem nenhum roteiro prévio na cabeça.

Vamo improvisá... ♪♫♪
Acostumado à camuflagem da noite e sem vontade nenhuma de ouvir depois gente dizendo "te vi correndo em pleno dia de semana e horário de trabalho, que vidão, hein?", evitei inicialmente as vias principais. Logo deixei a avenida, pegando uma das ruas laterais. Mas não tinha como ficar rodando só pelo miolo do bairro. Chutei o balde e fui de uma vez para avenidas movimentadas, como a Andrômeda, a marginal da Dutra e a Francisco José Longo. Correr traz tanta paz de espírito que manda para longe, ainda que momentaneamente, qualquer incômodo.

É o meu alto da montanha, a minha meditação
A cidade ainda acordava e eu esticava o meu roteiro em apêndices não muito usuais, como a pista de caminhada da Tívoli e o meio do Jardim Maringá. Vendo belezas que o escuro da noite não me permite admirar bem, mas também as mazelas de uma cidade cheia de contrastes. Quanta gente dormindo em marquises e até bancos de praças, em plena capital do avião e da tecnologia.

O IDH alto esconde isso
Uma passadinha pela região nobre, uma paradinha para uma água no Vicentina. Uma indispensável visita à orla do Banhado, cartão postal municipal. Primeiro nas paralelas Anchieta e Borba Gato, depois da curva do "S" em diante, até a rodoviária velha. Continuar? Vontade dava, mas o relógio já marcava oito e meia da manhã, hora em que eu deveria começar no batente. Tempo de começar a retornar.

Um visu desses aí atrás e eu preocupado em trabalhar...
Se o caminho de ida até o centro fora tortuoso, o de volta seria bem mais direto, quase um retão só. Rua XV, Nelson D'Ávila, João Guilhermino e Paraibuna. No Anel Viário, aos quinze quilômetros, o Garmin deu tilt (de novo?) e reiniciou, quase me fazendo desanimar de vez e voltar andando. Mas ainda estava longe demais de casa para isso. Retomei a cronometragem na Mario Covas e trotei mais quase dois quilômetros até a base da muralha da Cidade Jardim, que "escalaminhei". Missão cumprida, 16,8 km em 1h42min. Lento, estranho, difícil, parece até outro esporte... Mas eu me acostumo com ele também!

Em dois tempos
Assim será, daqui em diante. Ainda vai haver uma fase de transição e adaptação, pretendo pelo menos manter a tradição dos treinos coletivos às quartas, a vovó já disse que cuida do netinho nesse dia. Mas às segundas, sextas e domingos sem provas (será que tem isso?), os treinos serão todos matutinos. Pode ser até bom, afinal, as corridas, em sua maior parte, assim são também. Colocar em prática o princípio da especificidade tende a ser útil e ajudar na reta final da preparação. Veremos no que dá. Estou disposto a tentar.

Vamos acreditar nisso

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Treino PL53 - Eu quero Melão!

No café da manhã, Dom Lázaro, eu não prefiro nem mamão e nem melão (no máximo banana com aveia e iogurte). Mas, no dia 25 próximo, tem a corrida de aniversário de Eugênio de Melo, nosso distrito leste, carinhosamente apelidado no aumentativo do sobrenome. E aí, lógico, a gente vai treinar antes no percurso, como todo ano.

É mesmo, Lima?
Quase que eu não chego a tempo. Minha esposa começaria nesta mesma quarta-feira um curso noturno, o que deve, aliás, dar uma chacoalhada na minha reta final de preparação para Lisboa. Treinar de manhã durante a semana não é a minha praia, mas, vai que dá certo...

Na hora prevista para o início da concentração, sete da noite, eu ainda estava preso no trânsito dos arredores da Vila Ema. Só chegaria à outra ponta da cidade perto das 19h30, com a turma já quase largando. Ainda bem que me esperaram! E aos outros atrasadinhos também...

É longe... Mas vai gente à beça!
Iniciativa desta vez do nosso glorioso Diretor Edward, o simulado serviria para apresentar o novo trajeto versão 2013 da prova aos malucos do asfalto e amigos, mas não só isso. Visaria aferir a distância e testar seus pontos fortes e fracos, qualidades e defeitos. Verificar na prática o que acham os maiores interessados nele: os corredores. É uma tradição, da qual me orgulho de fazer parte há tempos.

Simular é com a gente mesmo
Saindo, como no ano anterior, do centro esportivo, o percurso iniciou pela longa reta (660 metros) e suave aclive em direção à entrada do bairro pela Via Dutra. Grupo todo coeso, nem parecia que havia ali gente com ritmos tão distintos. Guinada à esquerda e em descida, mas nada do costumeiro passeio pela marginal da rodovia, que usamos em provas e treinos anteriores. Retornamos pela paralela Rua 21 de abril para um estirão ainda maior, de mais de um quilômetro, até a Estrada Velha Rio-SP, sentido Caçapava, a caminho do velho (bota velho nisso!) jequitibá.

Esse conheceu Cabral. A árvore também... ;-)
Ao longo da pista e ciclovia, eu iniciei correndo lá atrás, com a turma do fundão. Mas, depois de dois dias de descanso (só musculação na terça), estava me sentindo solto e com bom rendimento na corrida. Acelerei e fui então me juntar ao segundo pelotão, que tinha craques como o Manoel (claro, correndo bem mais devagar), o Zebra (bem-vindo de volta aos treinos, capita!), o Elias, o Helber e a Camila. Parciais na casa dos 5'10'' a 5'20'', pouco comuns nas minhas rodagens de meio de semana, se sucederiam. Bom deixar de ser lesma, de vez em quando.

Elas também vão pra pista
Ao final da maior reta (1760 metros) da noite, com descidas e subidas de grau de dificuldade médio, vinha um giro pelo bairro Residencial Righi onde realizamos, no início de 2012, uma das primeiras corridas oficiais da Equipe 100 Juízo. Pequena, simples, modesta, mas muito agradável. E marcando a minha estreia como "locutor" (te cuida, Maquininha!) da cerimônia de premiação. Como dizem por aí, o pato anda mal, voa mal e nada mal... Mas anda, voa e nada! O importante é isso...

O mestre de cerimônias
Com alguma dificuldade, mantive presença ao lado das feras, sustentando a boa toada do começo do treino. De volta aos retões da ida, na Estrada Velha e R. 21 de abril, o grupo se espalhou um pouco e eu formaria um dueto com o Capitão. Sofrida a subidinha do córrego até a UPA, mas encarei com valentia. Não via a hora de dobrar à direita e voltar à avenida inicial, mas isso só iria acontecer na última esquina antes da Dutra, depois do semáforo e da ruazinha por onde havíamos vindo. Bom trecho para um sprint final na Ambrósio Molina. E o melhor pace da noite nos 850 metros finais, não deu medida exata. Um pouquinho mais e ficaria abaixo dos 5'/km. No dia da prova, certamente vai ficar (tomara!). E está decidido: vou para os 10 km, minha primeira prova do ano nessa distância, não faço uma desde o Circuito das Estações em dezembro. Chega de ficar no bloco dos caçulinhas! Pelo menos dessa vez...

5 km é corrida kids... Dessa vez, eu vou na "adulta"
E não era apenas dia de simular, mas também de celebrar, com bolo e tudo. Os aniversários, nos dias 8 e 10 deste mês, dos nossos queridos Braz e Marlene Andrade. Casal nota 1.000.000.000. Sempre presentes, parte fundamental dos alicerces do nosso grupo. Parabéns a ambos. E muito obrigado por tudo!

A 100 Juízo é melhor porque tem vocês
Esta semana não tem longuinho comunitário. Se eu conseguir madrugar, faço os meus 25 km na manhã de sexta-feira, deixando o final de semana para minha primeira participação na Corrida do Centro Histórico em SP (voltando rapidinho para o almoço do Dia dos Pais!). A gente se vira como pode...

Pode mudar um pouquinho, por conta do pessoal do trânsito. Mas vai ser mais ou menos isso aí
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/355221287

Resumo do treino:




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Onde está ele(a)?

Onde está ele(a)?

Foi correr.

Não para se livrar de seus problemas.

Que estarão, aliás, no mesmo lugar quando ele(a) voltar.

Mas para se tornar mais forte e sereno(a) para enfrentá-los.

Não porque agora está na moda.

Ele(a) já corria quando não estava. E continuará correndo quando e se deixar de ser.

Não porque seja um(a) corredor(a) nato(a).

Ou se destaque no esporte que escolheu para praticar.

Mas porque descobriu que, apesar de tudo, o movimento lhe é absolutamente natural.

Lamenta o tempo que perdeu pensando que não.

E agora não pode mais ficar parado(a).

Não porque receberá algo em troca, ao final de sua missão.

Mas porque, durante toda ela, estará em paz.

(Fábio Namiuti)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Treinos PL51 e PL52 - Night andei

Duas corridas, 11 km (somando e arredondando), muita diversão.

Uma noturna, outra diurna. Uma urbana, outra rústica.

Uma plana e rápida, sangue no zóio. Outra parecendo uma montanha-russa de tanto subir e descer.

Dois belos desafios. Duas boas histórias para contar.

Night Run Special Edition SP:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/nightrun2013.htm

Circuito Terra Simão - Corrida Cross Country:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/terrasimao2013.htm