segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Treino PL63 - Casal 10...

... Cinco de cada um! O sexagésimo terceiro treino do Projeto Lisboa foi uma provinha em conjunto, a estreia da minha esposa Janete no admirável mundo das corridas. Joguei meu ritmo médio para nove minutos por quilômetro (!) para acompanhá-la em cada passo desses inesquecíveis cinco mil metros (e uns quebrados). Mas vivi uma manhã magnífica, daquelas que só o esporte pode proporcionar.

Veja em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/melao2013.htm






sábado, 24 de agosto de 2013

Treino PL62 - O(s) guarda-costas

Dizem por aí que corrida é esporte solitário. Eu discordo. Individual sim, exceto nos revezamentos; na pista, fio, é cada um por si e um contra todos. Mas, ao contrário de muitas outras modalidades, não precisa haver um perdedor para que outro vença. Cada um no grid de largada tem o seu objetivo; e atingi-lo tem significado de vitória pessoal. Podemos torcer — e torcemos — uns pelos outros. Assim, sem rivalidades, ou mesmo com elas, mas não exacerbadas ao extremo, o individual vira coletivo. E solidário.


Só sei que é assim...
Em treinos, então, isso se destaca ainda mais. Correr sozinho, no seu próprio ritmo, é bom e necessário, não dá para fugir disso. Mas prazerosos mesmo são os treinos conjuntos. Com mais um, dois ou dezenas de amigos, os coletivos são o que de melhor há nesse mundo corrido. Ainda que estar neles signifique sair totalmente da sua rotina (e velocidade). Ninguém é obrigado a tirar o pé ou puxar o freio de mão para não deixar os colegas para trás, cada um corre como bem entender nas brincadeiras que fazemos, nas noites de quarta-feira ou, eventualmente, aos finais de semana também. Mas, quem não se permite de vez em quando reduzir a marcha, não tem ideia do bem que faz a um companheiro de esporte. Ter a chance de ajudar alguém é sempre muito gratificante.


Um dia ainda quero ter a experiência
Quando meu amigo Jorge Monteiro contou em seu blog (http://corrersemprecorrer.blogspot.com.br) que tinha marcado para o sábado o seu primeiro treino de 30 km, etapa importante de sua preparação para a estreia em maratonas, prevista para outubro em Buenos Aires, não pensei duas vezes. E me ofereci na mesma hora como pacer voluntário. Corredor experiente, com várias meias maratonas no currículo, ele vem treinando firme e solo para os primeiros 42k. Mas companhia, num longão interminável desses, a gente sabe o quanto é bem-vinda. Convoquei também para a missão a valente dupla de Antônios (Toninho & Tonico) e, pouco depois das sete, partimos para o desafio. Nanci, que esteve conosco no Treinão da Fé em julho, também apareceria para uma participação especial.




Designado para a tarefa de montar o percurso, tentei não inventar muito, manter caminhos bem conhecidos de outros treinos e provas. E aproveitar o começo da manhã, ainda com temperatura amena, para concentrar todas as eventuais dificuldades na primeira parte. Seguimos do Colinas em direção ao Esplanada do Sol, um apêndice que gosto de colocar nos trajetos para esticar a pernada (três quilômetros em ida e volta) e acrescentar um bocadinho de terra em plena área urbana.


Terra de contrastes
Depois do passeio rural e da primeira subida, da ponte seca que liga a região do condomínio ao restante da cidade, seguiríamos para a zona central pelas avenidas Anchieta e Borba Gato. Aclive suave, mas permanente, com vista privilegiada para o Banhado, nosso cartão postal joseense e palco também de nossos treinos, uma vez por ano. Tão bonito que (quase) faz esquecer o perrengue da "escalada".

Patrimônio
Dali, um estirão para a zona norte e seu novo caminho, a Avenida Prefeito José Marcondes Pereira, que todos chamam de Via Norte. Nova darling dos nossos organizadores de corridas locais, arena de muitas provas recentes por aqui. Chegar lá é bom; estar lá, em sua longa (2 km) pista de caminhada com ciclovia paralela, idem. Duro é voltar. Ô morrinho matador! Mil e seiscentos metros rampa acima, de castigar.


Quando tem mais gente pra dividir o sofrimento, até que é bom...
No começo, tudo estava lindo. Com perfeitas temperaturas sub-20ºC e paces altos para os meus padrões, bem acima dos seis ou até dos sete minutos por quilômetro, o coração batia em compasso confortável. O monitoramento em tempo real mostrava 110, no máximo 120 BPM. Contudo, já na volta ao centro da cidade, o panorama começaria a mudar. As nuvens se dissipariam, jogando o termômetro lá para o alto e a sensação de passeio no parque logo daria lugar à outra, de esforço bem maior.


Puf, puf, puf...
Tonico e Nanci, que haviam disparado à  frente no comecinho, haviam sido alcançados na chegada ao Rio Paraíba e sumiriam na volta. Seguíamos em trio, o mesmo de vários outros treinos pregressos, desde a época em que o Jorge não conseguia correr e falar ao mesmo tempo (o cara evoluiu MUITO!). O conversê estava animado e até um "lanchinho" já tinha rolado, com barrinhas de cereal levadas pelo Toninho. Mas, com quase 19 km rodados e apenas a volta do Urbanova por fazer, algo meio estranho aconteceria...


Hein?
Não, não me senti mal. Só bateu um cansaço meio repentino. Explicável talvez pelas noites de pouco sono durante a complicada semana que passei, com problemas de saúde na família. Só por curiosidade, fui dar uma nova espiada na telinha do frequencímetro. E me assustei com o valor que ele mostrou. Cento e cinquenta e poucos batimentos por minuto não é nada demais; pelo menos não para quem está correndo em um ritmo costumeiro. Mas um exagero para alguém muito abaixo de sua velocidade de cruzeiro. Cauteloso, parei na mesma hora. Os amigos voltaram para perguntar se tudo estava bem. Respondi que sim e mandei que continuassem sem mim. Sentei na muretinha e esperei a pulsação voltar ao normal. Em poucos segundos, já estava na casa dos oitenta. Tudo certo comigo... A-e-i, vão ter que me engolir!


Não treino sem eles
Poderia até dar um pique e alcançar a dupla. Mas preferi pegar o caminho de volta, observando atentamente o comportamento da velha bomba que habita o peito. Correndo um pouco mais forte do que estava até então, na casa dos 6'/km baixos, vi que o número não passou dos 140 BPM. Tranquilizei-me de vez. Com a garrafinha vazia, entretanto, desanimei de continuar o trote. Tinha pouco mais de 20 km rodados e me dei, momentaneamente, por satisfeito. Fui até o hipermercado, próximo do ponto de largada e reabasteci com água geladinha do bebedouro. Renasci.


Insípida, inodora, incolor... E insubstituível!

Até sentei no ponto de ônibus na lateral do shopping e fiquei esperando a chegada dos amigos. Mas fiz as contas e constatei que eles ainda deveriam demorar bastante. Apesar do calor, com temperaturas já próximas dos 30ºC e uma umidade relativa do ar claramente baixa, decidi voltar a campo para um terceiro tempo. Fiz bem. Não só aumentaria minha rodagem própria para 26 km, mas sobretudo participaria do "resgate" ao estreante nas longas distâncias. Presenciar in loco a sua alegria ao vencer mais esse desafio, quebrando seu recorde pessoal de rodagem e se credenciando de vez para a marvada portenha foi uma grata vivência. Ele disse que não teria conseguido sem a gente. Não o tornamos capaz, só ajudamos a provar que era. Você está no caminho certo, amigo!


É guerreiro. E vai brilhar
O lanche pós-treino foi saboroso. O papo também. E ainda recebi por telefone a notícia de que meu sogro havia tido alta hospitalar, menos de uma semana depois de sua cirurgia cardíaca. Apesar do pequeno susto (ou excesso de zelo, para quem preferir) comigo mesmo, uma bela manhã de sábado. Domingo tem mais emoções.

Acabou mudando um pouco na prática, mas foi mais ou menos isso aí

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Treinos PL60 e PL61 - Dias de luta

Se você tem saúde, valorize-a, cuidando dela o melhor que puder. Não há nada mais importante que isso. Sua ausência, ainda que momentânea, afeta não só a você, mas a todos em sua volta.

O que de mais precioso há
Todos passam por isso, é o natural ciclo da vida. Primeiro, você é o cuidado; para mais tarde, ser o cuidador. Ou, pelo menos, um dos. 2013 tem sido um ano particularmente complicado neste aspecto. Andamos tomando uns sustos com os entes queridos. E, desde o início de maio, estávamos empenhados em conseguir, sem um plano de assistência médica que desse respaldo, uma cirurgia cardíaca para o pai da minha esposa. Neste meio tempo, algumas vezes fui acordado de madrugada para levá-lo às pressas para a ER.

Na boa? Não gosto nem na TV...
Não, não seria justo dizer que minha vida parou (a da minha esposa sim, teve de abandonar trabalho, inclusive; chegou a começar um curso, mas não teve tempo e nem cabeça para continuar) por causa do sogrão. Não vou, é claro, poder culpá-lo se terminar a prova em Lisboa acima das cinco horas ou se quebrar no meio do caminho. Tenho procurado tocar a vida e os treinos esportivos dentro de uma mínima normalidade; alguém precisa fazê-lo. Mas, se treinar para uma maratona quando está tudo certinho, como num comercial de margarina, já não é fácil, imaginem em meio ao caos.

Nem parece que tem gordura trans...
Destaco a garra e a vontade de lutar desta guerreira chamada Janete, com quem me casei há quatorze anos. Em um cenário de saúde pública que é uma verdadeira tragédia nacional, só mesmo sua persistência vem garantindo o êxito desta batalha. Quando se assistem entrevistas, no noticiário local, de gente que diz estar esperando há um ano ou mais por uma simples consulta ou exame, é que se compreende o valor do que ela conseguiu por seu pai em pouco mais de três meses. Sim, ele foi operado no começo desta semana, para a troca da válvula aórtica. A terceira vez que passa por isso desde o ano 2000. É um sobrevivente. Deixou a UTI nesta quarta-feira e se recupera bem no hospital, que virou nossa "segunda casa" de uns dias para cá. A luta é árdua, mas vale a pena. Graças ao Bom Cara, aos médicos competentes e à essa moça batalhadora que correu atrás disso tudo, as coisas estão se encaminhando.

explicado o porquê do sumiço dela nas corridas?
Pretendemos, se tudo der certo, celebrar o sucesso dessa empreitada "correndo" juntos no domingo, em Eugênio de Melo. Fiz a inscrição dela para os 5 km. Ela não está treinando e seria irresponsável de minha parte querer que saísse feito doida atrás da multidão. Vamos caminhar juntos no percurso, dar um trotezinho só para brincar. Ser os últimos colocados, chegar depois até da maior parte da turma que vai correr os 10 km. E daí? Não é uma corrida, mas uma simbologia. Reforçar ainda mais a nossa união. Juntos, somos fortes e temos enfrentado e vencido todo tipo de problema. Homenageá-la e agradecer por ser a pessoa que é.

Mais duros na queda que o velho jequitibá
Treinos durante a semana, suposto assunto desta postagem? Fiz dois, por enquanto. Segunda, dia da cirurgia, não deu. Fui para a academia na terça e corri vinte minutinhos (ou 3,7 km) como parte do treinamento em circuito. E ontem à noite reunimos a galera no Centro da Juventude, sob uma belíssima lua cheia, para um rolezinho pela zona sul, 12,3 km e duas subidas porretas. Valeu, rapaziada, pela companhia.




Fácil não está sendo, nem nunca é. Mas Lisboa há de ser para brindar à sua saúde e à sua alegria de viver, seu Caciano. Você vai brincar muito ainda com esses seus netinhos.


domingo, 18 de agosto de 2013

Treinos PL58 e PL59 - Um weekend com você

Se tem corrida, a gente corre...
Se não tem, corre também.

Sábado

Domingo
Quando eu falo (ou escrevo), me chamam de chato. Mas digam a verdade: ô, calendariozinho ruim, esse nosso! Domingo que vem, dia 25, tem corrida em Eugênio de Melo, em Taubaté, treino chique da Gamaia e um ou outro evento mais por aí. Já neste final de semana, não havia absolutamente nada em toda a região. Quem deu uma esticada até SP, ainda pôde fazer a etapa Santana do Circuito Popular de Corridas de Rua. Quem esticou ainda mais, até o Rio, correu a meia que dá aquela voltinha xarope no Aterro e larga tarde à beça, só pra poder aparecer no plim-plim.

Ela manda prender. Ela manda soltar. Ela atrapalha as corridas
Quem ficou no Vale, se virou como pôde. Importante mesmo era não ficar parado. Marcamos logo dois treinões para o finde. Um para "ressimular" o percurso da corrida comemorativa ao aniversário do distrito a leste de São José dos Campos. Já havíamos feito isso na semana anterior, no coletivo semanal de toda quarta-feira. Mas era meio óbvio que o nosso inflexível pessoal do trânsito iria barrar o primeiro (e ótimo!) trajeto bolado pelo pessoal nativo das quebradas. Uma pena.

Eles só sabem dizer isso...
Mas não tem terror. Se não aprovam um, o nosso valente e incansável Diretor Edward vai lá e monta outro. Um dos colonizadores da região e conhecedor de cada palmo daquele chão, não lhe faltam recursos e criatividade para isso. Novos mapas seriam traçados para os 5 e 10 km, livrando uma das duas principais vias de acesso. E nós, que adoramos novidades, estávamos lá para conferir em primeira mão quais seriam as mudanças. Muitas, aliás. A começar pelo sentido da largada, invertido em relação aos anos anteriores e ao roteiro originalmente percorrido dias antes.


Novos mapas para os cinco e os dez
A tchurminha, numerosa e de ritmos bem variados, logo se espalharia pelas ruas das adjacências do poliesportivo, mantido como arena do evento. Depois de breve passagem pela Rua 21 de abril, rumamos ao Jardim Itapoã e marginal da Estrada Velha, que margeia todo o bairro Galo Branco e o liga ao Residencial Righi. Como no primeiro simulado, faria novamente boa parte do trecho ao lado do Cap. Zebra, voltando aos poucos à velha forma. De posse da câmera, registraria imagens de partes do itinerário.

 
 
 

 
Cenários para todos os gostos
Percebe-se claramente que o novo percurso deu maior grau de dificuldade à prova, pelo menos em sua distância maior. Há uma diferença na variação altimétrica (81 metros no trajeto original, 92 no modificado) e passagens por trechos menos urbanizados, como a ligação em piso de terra e cascalho das marginais da Estrada Velha e da Dutra. A própria via paralela à BR-116, ausente do primeiro mapa e recolocada no segundo, também é um trecho tradicionalmente complicado, cheio de costeletas que não favorecem muito a quem pretende correr rápido. A companhia do amigo Marcelo foi muito bem-vinda e ajudou a manter um bom ritmo para este trecho final, de retorno à reta da Ambrósio Molina.

Valeu, Marcelo!
Depois de correr duas vezes os 10 km em treinos, parto, contradição total, para a metade disso no dia da prova propriamente dita. Consegui convencer minha esposa a finalmente estrear em uma corrida ao meu lado. Deveremos ser os dois últimos colocados, mais caminhando do que correndo, mas vai ser uma satisfação muito grande ter a companhia dela a cada passo. Como vem sendo, aliás, desde as minhas primeiras corridas. A torcida organizada tem chefe. Retribuir é o mínimo que eu poderia fazer.

Sempre comigo
Menos de vinte e quatro horas depois, estava novamente em ação. Acordar antes do sol nascer, ainda mais numa friagem dessa, é pavoroso... Mas, se for para dar uma corridinha, a gente nem liga! Toninho, ausente na véspera, passaria por aqui para uma providencial carona. E iríamos encontrar uma animada galera no outro extremo da cidade, quase onde ela vai se encontrar com a vizinha Jacareí. E para lá seguiríamos, saindo da casa do companheiro de equipe Giovani, o nosso Pikareta.

Gente fina. E corre MUITO!
Tinha até um cafezinho pra esquentar a goela. Mas foram esperando um chegar, depois mais outro. Custei para me livrar dos agasalhos. Pedi encarecidamente para começarem logo. Ou então para me darem um abraço (hehehe...). Que friaca danada!

Dizem...
Faltando sete semanas apenas para a Maratona de Lisboa, meta do meu segundo semestre, este treino longo era vital para as minhas pretensões. Corrê-lo bem seria fundamental para dar pique à reta final da preparação. Comecei ao lado do veterano amigo Toninho, em ritmo razoável, puxando a fila da turma do fundão, já que a cavalaria, antes do primeiro bipe do relógio, já estava centenas de metros à frente... Esses caras não sabem brincar!

Assim não vale!
Até o quarto quilômetro, em asfalto e declive, tudo tranquilaço. A partir dali, encrenca da boa. Piso rústico, pouco irregular no começo, bastante mais à frente. E quase nada plano. Praticamente o tempo todo ou subindo, ou descendo. Na encruzilhada, por onde passáramos na outra vez ali, em março, desta vez iríamos pelo lado esquerdo, deixando a Estrada do Rio Comprido e entrando na do Varadouro, seguindo reto depois que ela passava por debaixo da Rodovia Carvalho Pinto. Uma lindeza só o visual da zona rural de Jacareí, pertinho da represa de Santa Branca. Chegar lá para apreciar é que era meio complicado.

Bonito, mas de difícil acesso
A dupla ganharia a companhia de Tonico e Helber e participações especiais do Johan, que ia e voltava, para aumentar seu treino para trinta e poucos "kaemes". Juntos chegaríamos ao final da estrada e começo de outra, com 12,6 km rodados. Hora de regressar e, pelo feeling da galera, colher os frutos da maior parte em aclive da primeira metade. Tinha lá as minhas dúvidas. E não estava enganado. Havia muito morro a subir dali para frente também.


Encrenca indo, mas também voltando
Aos poucos, mais cansado que os amigos que folgaram na véspera, fui ficando para trás. Na volta ao trecho urbano, andei bonitinho na ladeira monstro da Rodovia Geraldo Scavone. Ali não tem muito jeito. Naquelas rampas, pit bull vira chihuahua... As parciais 22 e 23, acima dos nove minutos, distorceriam toda a minha média de velocidade do dia. Mas voltaria a ficar pouca coisa acima dos 6'/km nos dois últimos quilômetros, novamente no plano (ou quase isso). Importante seria completar, e bem, os vinte e cinco e uns quebrados. Nem que para isso, fosse literalmente o último a chegar... Cata-prego para o Fabião!

Uó uó uó uó...
Muita água (que faltou levar durante o treino, esqueci da garrafinha), sucos diversos, bolos e tortas. Reposição à altura depois do considerável esforço. Comendo pelas beiradas, aos poucos acho que vou ficando pronto para encarar a marvada lusitana. Não parece ter pinta de recorde pessoal, mas acho que vexame internacional também não vou dar. Sigo correndo atrás do prejuízo. E contra o tempo.

Encrenca da boa
Belo final de semana, sem medalhas, mas com muitos quilômetros (35!) e emoções. Durante a próxima tem mais.