segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Treino PL55 - Fazendo história

Era para eu tê-la corrido em 2011. Mas tive de escolher entre ela e a douradinha, aquela que todo mundo papagaiou dizer que é a melhor que há em termos de vinte-e-um. Aí eu fui. E dei só a tradicional camiseta preta de manga longa de presente para D. Janete (que gostou).

Em 2013, em compensação, ela não me escapou. O quinquagésimo quinto treininho pró-lisboeta foi a 18ª edição da Corrida do Centro Histórico, organizada pela Corpore e patrocinada pela Líquido Moda, que já havia me presenteado (mediante vitória em promoção na grande rede social) para a Night Run na semana anterior.

Veja como foi em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/18centhist.htm





sábado, 10 de agosto de 2013

Treino PL54 - Tudo de cabeça para baixo

Quem não se lembra daquele papo bissurdo da infância, de cavar um buraco no quintal (coisa que hoje em dia nem existe mais) e sair lá no Japão? Eu, de feições nipônicas, tinha ainda uma carga adicional de bullying, ouvindo os coleguinhas perguntando como havia sido a viagem...

O que atrapalha é o magma
Faltando menos de dois meses para a prova-alvo do segundo semestre, que dá as iniciais P e L aos treinos e títulos das postagens, eis que vou parar em Tóquio. Não, não é para a maratona local, que entrou para as majors e acontece só em fevereiro de 2014. Não, não ganhei zoiões de mangá e nem pintei os cabelos de rosa. Só mudei de fuso horário em relação aos meus treinos. O velho animal noturno que vos escreve vai ter de virar, na marra, um corredor matinal.

Emília, Emília, Emília... ♪♫♪
Com minha esposa e chefe de torcida em um compromisso nas noites de segunda a sexta durante os próximos três meses, sobraram para mim as tarefas de baby-sitter (de "bêibi" grande) e dono-de-casa. Que dureza! E pior que o Fantástico nem está por aqui... Ou ainda bem que não está!

O que vai acontecer? ♪♫♪
Pode parecer frescura, afinal, eu já acordo cedo para correr. Mas é bem diferente fazer disso uma exceção, uma vez por semana, aos domingos; e ter o resto do dia para descansar. Do que uma regra, (quase) todos os dias, madrugando para treinar nas ruas ou na academia. Para mim, isso é subverter a natureza. A minha, pelo menos. Correr de luz apagada é sempre um prazer. Com ela acesa, dependendo da intensidade luminosa, vira um sacrifício.

Eu sou da night
Mas não tem chabu. Se é assim que tem de ser, assim será. Um desafio a mais, entre os muitos que já enfrentei desde que escolhi contrariar meu tipo físico e a lógica para praticar este esporte. Comecei nesta sexta, em que tinha na planilha um longuinho de 25 km (que faria na luxuosa companhia dos amigos, aliás). Coloquei o alarme do relógio para as cinco e meia da madrugada. Acreditei num snooze extraoficial, "só uns minutinhos a mais"... E só fui sair da cama depois das seis e meia!

Quase isso...
Aí, claro, não teria jeito de correr a distância que queria. Tomei café da manhã rapidamente, vesti o uniforme de super-herói e me mandei para a rua, com o relógio marcando sete e pouquinho. O sol já havia dado as caras, mas o friozinho da manhã ainda era agradável. O GPS custou a achar o satélite e atrasou ainda mais o início da brincadeira. Atravessei a Cidade Jardim e, a passos lentos, iniciei o caminho na ponta de cá da Cassiopéia. Sem nenhum roteiro prévio na cabeça.

Vamo improvisá... ♪♫♪
Acostumado à camuflagem da noite e sem vontade nenhuma de ouvir depois gente dizendo "te vi correndo em pleno dia de semana e horário de trabalho, que vidão, hein?", evitei inicialmente as vias principais. Logo deixei a avenida, pegando uma das ruas laterais. Mas não tinha como ficar rodando só pelo miolo do bairro. Chutei o balde e fui de uma vez para avenidas movimentadas, como a Andrômeda, a marginal da Dutra e a Francisco José Longo. Correr traz tanta paz de espírito que manda para longe, ainda que momentaneamente, qualquer incômodo.

É o meu alto da montanha, a minha meditação
A cidade ainda acordava e eu esticava o meu roteiro em apêndices não muito usuais, como a pista de caminhada da Tívoli e o meio do Jardim Maringá. Vendo belezas que o escuro da noite não me permite admirar bem, mas também as mazelas de uma cidade cheia de contrastes. Quanta gente dormindo em marquises e até bancos de praças, em plena capital do avião e da tecnologia.

O IDH alto esconde isso
Uma passadinha pela região nobre, uma paradinha para uma água no Vicentina. Uma indispensável visita à orla do Banhado, cartão postal municipal. Primeiro nas paralelas Anchieta e Borba Gato, depois da curva do "S" em diante, até a rodoviária velha. Continuar? Vontade dava, mas o relógio já marcava oito e meia da manhã, hora em que eu deveria começar no batente. Tempo de começar a retornar.

Um visu desses aí atrás e eu preocupado em trabalhar...
Se o caminho de ida até o centro fora tortuoso, o de volta seria bem mais direto, quase um retão só. Rua XV, Nelson D'Ávila, João Guilhermino e Paraibuna. No Anel Viário, aos quinze quilômetros, o Garmin deu tilt (de novo?) e reiniciou, quase me fazendo desanimar de vez e voltar andando. Mas ainda estava longe demais de casa para isso. Retomei a cronometragem na Mario Covas e trotei mais quase dois quilômetros até a base da muralha da Cidade Jardim, que "escalaminhei". Missão cumprida, 16,8 km em 1h42min. Lento, estranho, difícil, parece até outro esporte... Mas eu me acostumo com ele também!

Em dois tempos
Assim será, daqui em diante. Ainda vai haver uma fase de transição e adaptação, pretendo pelo menos manter a tradição dos treinos coletivos às quartas, a vovó já disse que cuida do netinho nesse dia. Mas às segundas, sextas e domingos sem provas (será que tem isso?), os treinos serão todos matutinos. Pode ser até bom, afinal, as corridas, em sua maior parte, assim são também. Colocar em prática o princípio da especificidade tende a ser útil e ajudar na reta final da preparação. Veremos no que dá. Estou disposto a tentar.

Vamos acreditar nisso

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Treino PL53 - Eu quero Melão!

No café da manhã, Dom Lázaro, eu não prefiro nem mamão e nem melão (no máximo banana com aveia e iogurte). Mas, no dia 25 próximo, tem a corrida de aniversário de Eugênio de Melo, nosso distrito leste, carinhosamente apelidado no aumentativo do sobrenome. E aí, lógico, a gente vai treinar antes no percurso, como todo ano.

É mesmo, Lima?
Quase que eu não chego a tempo. Minha esposa começaria nesta mesma quarta-feira um curso noturno, o que deve, aliás, dar uma chacoalhada na minha reta final de preparação para Lisboa. Treinar de manhã durante a semana não é a minha praia, mas, vai que dá certo...

Na hora prevista para o início da concentração, sete da noite, eu ainda estava preso no trânsito dos arredores da Vila Ema. Só chegaria à outra ponta da cidade perto das 19h30, com a turma já quase largando. Ainda bem que me esperaram! E aos outros atrasadinhos também...

É longe... Mas vai gente à beça!
Iniciativa desta vez do nosso glorioso Diretor Edward, o simulado serviria para apresentar o novo trajeto versão 2013 da prova aos malucos do asfalto e amigos, mas não só isso. Visaria aferir a distância e testar seus pontos fortes e fracos, qualidades e defeitos. Verificar na prática o que acham os maiores interessados nele: os corredores. É uma tradição, da qual me orgulho de fazer parte há tempos.

Simular é com a gente mesmo
Saindo, como no ano anterior, do centro esportivo, o percurso iniciou pela longa reta (660 metros) e suave aclive em direção à entrada do bairro pela Via Dutra. Grupo todo coeso, nem parecia que havia ali gente com ritmos tão distintos. Guinada à esquerda e em descida, mas nada do costumeiro passeio pela marginal da rodovia, que usamos em provas e treinos anteriores. Retornamos pela paralela Rua 21 de abril para um estirão ainda maior, de mais de um quilômetro, até a Estrada Velha Rio-SP, sentido Caçapava, a caminho do velho (bota velho nisso!) jequitibá.

Esse conheceu Cabral. A árvore também... ;-)
Ao longo da pista e ciclovia, eu iniciei correndo lá atrás, com a turma do fundão. Mas, depois de dois dias de descanso (só musculação na terça), estava me sentindo solto e com bom rendimento na corrida. Acelerei e fui então me juntar ao segundo pelotão, que tinha craques como o Manoel (claro, correndo bem mais devagar), o Zebra (bem-vindo de volta aos treinos, capita!), o Elias, o Helber e a Camila. Parciais na casa dos 5'10'' a 5'20'', pouco comuns nas minhas rodagens de meio de semana, se sucederiam. Bom deixar de ser lesma, de vez em quando.

Elas também vão pra pista
Ao final da maior reta (1760 metros) da noite, com descidas e subidas de grau de dificuldade médio, vinha um giro pelo bairro Residencial Righi onde realizamos, no início de 2012, uma das primeiras corridas oficiais da Equipe 100 Juízo. Pequena, simples, modesta, mas muito agradável. E marcando a minha estreia como "locutor" (te cuida, Maquininha!) da cerimônia de premiação. Como dizem por aí, o pato anda mal, voa mal e nada mal... Mas anda, voa e nada! O importante é isso...

O mestre de cerimônias
Com alguma dificuldade, mantive presença ao lado das feras, sustentando a boa toada do começo do treino. De volta aos retões da ida, na Estrada Velha e R. 21 de abril, o grupo se espalhou um pouco e eu formaria um dueto com o Capitão. Sofrida a subidinha do córrego até a UPA, mas encarei com valentia. Não via a hora de dobrar à direita e voltar à avenida inicial, mas isso só iria acontecer na última esquina antes da Dutra, depois do semáforo e da ruazinha por onde havíamos vindo. Bom trecho para um sprint final na Ambrósio Molina. E o melhor pace da noite nos 850 metros finais, não deu medida exata. Um pouquinho mais e ficaria abaixo dos 5'/km. No dia da prova, certamente vai ficar (tomara!). E está decidido: vou para os 10 km, minha primeira prova do ano nessa distância, não faço uma desde o Circuito das Estações em dezembro. Chega de ficar no bloco dos caçulinhas! Pelo menos dessa vez...

5 km é corrida kids... Dessa vez, eu vou na "adulta"
E não era apenas dia de simular, mas também de celebrar, com bolo e tudo. Os aniversários, nos dias 8 e 10 deste mês, dos nossos queridos Braz e Marlene Andrade. Casal nota 1.000.000.000. Sempre presentes, parte fundamental dos alicerces do nosso grupo. Parabéns a ambos. E muito obrigado por tudo!

A 100 Juízo é melhor porque tem vocês
Esta semana não tem longuinho comunitário. Se eu conseguir madrugar, faço os meus 25 km na manhã de sexta-feira, deixando o final de semana para minha primeira participação na Corrida do Centro Histórico em SP (voltando rapidinho para o almoço do Dia dos Pais!). A gente se vira como pode...

Pode mudar um pouquinho, por conta do pessoal do trânsito. Mas vai ser mais ou menos isso aí
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/355221287

Resumo do treino:




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Onde está ele(a)?

Onde está ele(a)?

Foi correr.

Não para se livrar de seus problemas.

Que estarão, aliás, no mesmo lugar quando ele(a) voltar.

Mas para se tornar mais forte e sereno(a) para enfrentá-los.

Não porque agora está na moda.

Ele(a) já corria quando não estava. E continuará correndo quando e se deixar de ser.

Não porque seja um(a) corredor(a) nato(a).

Ou se destaque no esporte que escolheu para praticar.

Mas porque descobriu que, apesar de tudo, o movimento lhe é absolutamente natural.

Lamenta o tempo que perdeu pensando que não.

E agora não pode mais ficar parado(a).

Não porque receberá algo em troca, ao final de sua missão.

Mas porque, durante toda ela, estará em paz.

(Fábio Namiuti)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Treinos PL51 e PL52 - Night andei

Duas corridas, 11 km (somando e arredondando), muita diversão.

Uma noturna, outra diurna. Uma urbana, outra rústica.

Uma plana e rápida, sangue no zóio. Outra parecendo uma montanha-russa de tanto subir e descer.

Dois belos desafios. Duas boas histórias para contar.

Night Run Special Edition SP:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/nightrun2013.htm

Circuito Terra Simão - Corrida Cross Country:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/terrasimao2013.htm




domingo, 4 de agosto de 2013

Treino PL50 - Faz um 21

É o século atual, embora nisso, todo mundo prefira os antigos romanos. Nos cassinos, proibidos (mas encontrados) por essas bandas, vira blackjack. Se for em abril, é o feriado do cara enforcado. Agora, se for corrida, é a distância favorita de muita gente, inclusive deste velho e letárgico corredor que vos escreve. Só não me venha com esse papo que o nome dela mudou para pikermi... O que dá margem a muitos trocadilhos infames e desnecessários!

Pi-não-quer-me
Há quem diga que se fosse boa, não se chamava meia, mas inteira. Há quem goste tanto, mas tanto, que faça até duas num dia só, de vez em quando. Vem caindo cada vez mais no gosto popular, de uma massa corredora que já deixou para trás os cinco, os dez, quem sabe até a São Silvestre e a Pampulha e está em busca de novos desafios. Com essa massificação, vem sofrendo também o indesejável efeito colateral da majoração dos preços. Neste ano, por exemplo, ainda não corri nenhuma, nem mesmo aquela em SP que fazia sempre. Não posso simplesmente aceitar que a inscrição de uma prova suba de R$ 55 para R$ 80, 45% de aumento, de um ano para outro. Qual o critério para isso?

Assim não pode, assim não dá
Portanto, como não tem sido muito viável correr meias maratonas oficiais ultimamente (aqui no Vale, a única que existia, a do Frei Galvão, findou-se, embora tenha sido substituída a contento pela do Bar do Mané, um herói da resistência), o jeito é apelar para os treinos nessa distância. Apesar de mais uma dobradinha de corridas à vista no final de semana que estava por vir, convoquei os amigos para uma meia paralela em plena noite de sexta-feira. E a galera, mais uma vez, não decepcionou. Happy hour de corredor é no asfalto.

A escalação oficial
Apareceram os velhos combatentes de quase sempre, um estreante na distância (Helber), gente que veio para correr menos (Ana Lucia e Vivi) e até parte da turma que treina no João do Pulo, local escolhido mais uma vez para a concentração. Pretendíamos inicialmente largar às 18:30, achando que seria um treino para três ou quatro pessoas, se muito. Mas aí, foi chegando um, depois outro e mais outro... Quando fomos ver, já passavam das 19h. Sem problema nenhum. O que é meia horinha a mais ou a menos, diante da felicidade de poder correr com os amigos?

Correr é bom; com a patota, então...
O roteiro, desta vez, seria de minha responsabilidade. Na ânsia de montar um inédito, estiquei o caminho para quase toda a área da zona sul da cidade. Não há como rodar uma distância dessas sem dar uma sumidinha por aí... Na teoria, ficou bonito, um desenho interessante no mapa. Na prática, seria um belo de um eletrocardiograma, cheio de altos e baixos, castigando as cacundas da turma.



Dali do poliesportivo, seguimos para o caminho até a marginal da Dutra, passando pelo miolo do Satélite velho e contorno do Jardim Anhembi. Depois da passarela do hipermercado, viria a parte mais "perigosa" (na visão de alguns) ou divertida (na minha) da noite. Uma passagem pela escura e acidentada ruazinha do Centro de Controle de Zoonoses. Lembrou um pouco o recente XTerra em Ilhabela, sem os morros. Faltou a lanterninha de cabeça para alumiar.

Pô, esquecemos...
Já tinha subida desde o comecinho. E um pouco mais depois da passagem pela Praça Natal, do Parque Industrial até o 31 de Março. Chegamos até a porta das Chácaras Reunidas pela longa Rua José Cobra, mas não entramos nelas. Dobramos à esquerda e fomos parar na Estrada Velha Rio-SP. O grupo inicial já estava bem mais reduzido. A turma do Jotapê retornara na praça redondinha. Edson terminara a missão de apoio às meninas e se juntara novamente à marmanjada. Só sobrara mesmo a turma dos cascas-grossas.

Acharam que era elogio, né?
Morada do Sol, Vale do Sol, Jardim Morumbi, Bosque dos Ipês, Jardim Sul. Mais e mais bairros sulistas foram ficando para trás, à medida que o contador de quilômetros ia avançando. E o hepteto seguia firme e forte: eu, o "feio", os dois Antônios, o novato, o rei da esteira Elias e o cracaço Márcio, dando uma colher de chá pra rapaziada e correndo à meia velocidade. Time forte, difícil de acompanhar. Só nas fábulas de Esopo é que tartaruga ganha de lebre.

Precisando de um foguete desses...
Descida boa na rua do velho clube da Kanebo, mas mais subidas fortes e/ou longas, nas avenidas Salinas e Ouro Fino, já no Bosque dos Eucaliptos. Chegando pertinho de casa, atravessamos Andrômeda e Cidade Jardim seguindo pela Iguape. E fomos parar lá embaixo, no retão da Mario Covas, rente ao córrego. Para termos de subir tudo de novo, na chegada à passarela que balança mas não cai (espero!) da universidade. Até tentei avisar a turma para virarem à esquerda e não à direita na chegada à quadra de futebol society, mas eles não me ouviram. Aumentaram o caminho, deixando o "atalho" exclusivo só para mim.

Às vezes o ratinho surta...
Mas a avacalhação custaria meio caro. Chegaria de volta ao ponto de partida devendo trezentos metros para os 21 km exatos e quase quatrocentos para a distância regulamentar de uma meia maratona. Não daria sequer para somá-la às minhas vinte e duas oficiais (e nem o faria, claro!). Tudo bem. Bom mesmo foi completar mais um treino duro, mas muito proveitoso também. Bem, inteiro, sem dores e bastante satisfeito, apesar do ritmo médio quase lesmaniano.

Sou devagar, quase parando. Mas comemoro assim mesmo

Já era meio tarde e não rolou lanchinho e nem blá-blá-blá pós-treino. Sem problema. Teríamos muito para conversar nos dias seguintes, em mais uma dobradinha de corridas.

Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/352372122

Resumo do treino:

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Treino PL49 - Circuito SESI Paralelo de Corridas de Rua

Depois da quebra da rotina na semana anterior, por conta do rescaldo do Treinão da Fé, voltamos ao nosso já mais que arraigado hábito. Quarta-feira, faça frio (que parece que está enfim diminuindo) ou calor (mas também não tenha pressa nenhuma de voltar, viu?), é dia de reunir os amigos e apesar das diferenças gritantes de velocidade, tirar o MDC

Falaê: dá até calafrio lembrar...
Se for para escolher, vou logo no de pizzas... Mas o rodízio de arquitetos de percursos também funciona bem. Permitir que cada integrante do nosso grupo possa ter a sua vez de montar um trajeto não só nos livra da mesmice de cenários e caminhos, como também faz com que todos possam se sentir realmente atuantes, parte ativa e fundamental dessa comunidade corredora. Esse é o jeito 100 Juízo de ser. Um por todos e todos por um.

Só que tem bem mais mosqueteiros
O roteirista da vez seria um amigo recente, mas que já mostrou a que veio. Helber apareceu para correr pela primeira vez conosco no dia da comemoração do aniversário do Cap. Zebra, gostou e foi ficando... Pintou em quase todos desde então e parece estar se sentindo em casa. Para ficar ainda mais, fiz o convite para que ele escolhesse o itinerário desta semana. Morador do bairro vizinho, o Bosque dos Eucaliptos, ele traçaria um mapa bem conhecido, centrado em algumas das principais avenidas da zona sul da cidade. Sem medir previamente, chutou que seria algo em torno de 12 km. Não falei nada, mas achei logo de cara que teríamos mais...

Parece até que você sempre foi 100 Juízo, cara...
Sem chuva e com temperaturas mais agradáveis que as da semana passada, a galera atenderia ao chamado do neomaluco do asfalto. Compareceu bastante gente. A fachada do centro de atividades do Serviço Social da Indústria ficou bonita, com toda essa turma animada e cheia de apetite por quilômetros.

Ô loco, até o Joãozinho?
Praticamente sem atraso, começamos descendo a Av. Cidade Jardim; e já encontramos de cara alguns colegas que faziam o caminho inverso. Na magnífica (lógico, em descida!) pista da Quinta das Flores, o grupo, apesar de bem heterogêneo, manteve mais ou menos a mesma velocidade, sem ninguém se destacar à frente ou ficar muito para trás. Ritmo daqueles bem gostosos, bons para um chat ao vivo... Assunto não falta!

Comadres
Depois de passar em frente de casa e quase interfonar para pedir para entrar, continuei pelo trecho em declive mais forte da avenida, por onde passamos recentemente na chuvosa Unimed Run. O pace disparou, foi para perto dos 5'/km. E a turma se espalhou bem no caminho até o shopping. Ao cruzar a pista e seguir pelo fluxo contrário ao do trânsito, encontrei meu parceiro da noite. O mesmo de vários outros treinos e corridas por aí, há muitos e muitos anos.


Desde quando ele ainda tinha cabelos (quase) pretos
Ao lado do professor Toninho, faria todo o restante do trajeto, passando pelo trechinho da marginal da Dutra e voltando pela movimentada Andrômeda. Descendo a Perseu até o João do Pulo, subindo novamente e seguindo por ela até onde o Satélite vira Bosque e a avenida muda de nome para Salinas. Os outros habituais companheiros estavam mais ariscos nesta noite. Tonico, por exemplo, na companhia luxuosa do João Carlos, ligou o turbo e foi embora. Chegaria quatro minutos na nossa frente.

Eu falo que esse é O CARA e ninguém acredita...
Sem pressa, curtindo o passeio, seguimos até o final da grande reta e retornamos à avenida de origem. Com mais uma subida das boas, não muito íngreme, mas bem longa, para regressarmos ao ponto de partida. Helber registraria em vídeo a nossa chegada em frente ao SESI. Mais uma missão cumprida. Confirmando a impressão inicial, "juros" de quase 15% em relação à distância estimada pelo organizador. 13,6 km ao invés dos doze. Para quem gosta, prato cheio...


Só alegria... Quando essa galera se reúne, mesmo que não tenha festa depois (como vai ter ao final da prova de domingo), sempre sai coisa boa. Corrida, digo sempre, é o esporte individual mais coletivo que existe. Sexta tem mais, uma meia maratona; porque outra inteira, amiguinhos, está logo aí, a pouco mais de dois meses.


Pagamos ágio... E o pior é que gostamos!
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/351477771

Resumo do treino: