quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O meu amigo que não corre


O meu amigo que não corre me pergunta: por que acordar tão cedo em um domingo?
E eu respondo que não há outro dia da semana com um nascer do sol tão belo. Pelo menos não que eu tenha tempo de reparar.





 





O meu amigo que não corre me pergunta: por que correr no único dia teoricamente destinado ao descanso do corpo? E eu respondo que não existe maneira melhor de descansar a minha mente.

 

O meu amigo que não corre me pergunta: o que você ganha com isso tudo?
E eu respondo que são tantas coisas que poderia passar horas enumerando. Mas que, fundamentalmente, que ganho mais vida em meus dias.

 




O meu amigo que não corre me pergunta: por que pagar para correr?
E eu respondo que já gastei bem mais com cigarros e que poderia estar agora gastando com medicamentos.

 







O meu amigo que não corre me pergunta: em que lugar você chegou?
E eu respondo que cheguei no que fiz por merecer, mas que a colocação e o tempo são só números, dos quais esqueço rapidamente. Ao contrário dos momentos vividos, que ficam para sempre.

 






O meu amigo que não corre me pergunta: mas correr não envelhece?
E eu respondo que viver também o faz. E eu vejo a mim e a meus amigos mais velhos, comparo com gente da mesma idade que não corre e chego à inevitável conclusão de que se envelhece, é muito mais lentamente.

 


O meu amigo que não corre me pergunta: não seria melhor ficar com a família?
E eu respondo que tenho o privilégio de contar com a minha família na torcida, no apoio incondicional aos meus projetos esportivos. Que já coloquei esposa e filho para correr comigo também. Que essa é uma maneira de passarmos tempo de qualidade juntos.

 


O meu amigo que não corre me pergunta: mas correr não é um esporte solitário?
E eu respondo que é somente para quem quer que seja assim. Que tenho mais amigos do que em qualquer outra época de minha vida. Que a segunda família, a família da corrida, só cresce a cada dia, em quantidade e qualidade. Que correr é o esporte individual mais coletivo que existe.

 



O meu amigo que não corre me pergunta: por que você corre?
E eu respondo... Preciso mesmo responder?

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Treino PL76 - Desapega, desapega!

Minha avó, noventa anos de idade, um dia chegou em casa com uma daquelas TVs portáteis (mas nem tanto!). Feliz da vida, dizendo que havia feito uma pechincha. Pagara apenas R$ 1 nela. Alguém então teve a curiosidade de perguntar "mas está funcionando?". A resposta dela foi de bate-pronto: "não, não está; mas eu paguei UM REAL!".

Trambolhão. Mas essa pelo menos funciona, mesmo custando R$ 2
Contei o causo familiar só para ilustrar o que está no meu DNA. Não sou um cara apegado às coisas materiais e nem um consumista desenfreado, pelo contrário. Mas também não sou muito de me livrar das coisas antigas, ainda que não as esteja usando há um tempão. Meu quartinho da bagunça é cheio de itens que um dia foram úteis para mim, mas acabaram deixados de lado. Mesmo que ainda em funcionamento.

Um pouquinho menos pior que esse
Deveria dar uma de americano esperto e fazer uma daquelas garage sales. E quem sabe faça mesmo, quando trocar de apê. Enquanto isso não acontece, vamos deixando como está... Mas fuçando por acaso numa gaveta, acabei encontrando um velho companheiro, que estava ali parado há algum tempo, desde que foi substituído por um modelo mais avançado. Uma recarregada na porta USB para garantir que ele ainda estava funcionando (e estava). E um treininho leve e curto de segunda-feira à noite, só para testar e matar um pouco a saudade.

Há quanto tempo!
Quando a gente troca de relógio-GPS, para lembrar como o antigo funciona, costuma levar um certo tempo. Mas o Garmin ForeRunner 610 é um dos mais intuitivos e simples de operar já fabricados pela conceituada marca. Seu único modelo touch screen (foi lançado nos EUA recentemente o seu sucessor, o 620), com menu e acesso a algumas das funções com toque e rolagem de tela, no estilo dos celulares. As funções de start/stop, lap/reset e iluminação do mostrador são acionadas de forma convencional, a partir de botões nas laterais.

Toca aqui!
Foi bom relembrar de algumas características do 610 que não estão presentes no meu atual relógio de trabalho, o Garmin Fenix. O parceiro virtual, que permite "competir" contra um "adversário" de ritmo constante, acompanhando em tempo real o quanto ele está ficcionalmente adiante ou atrás, em distância e tempo. A programação de treinos intervalados; e de tempo ou distância fixa, com alerta sonoro de missão cumprida. A transmissão sem fio de dados para o computador, através da antena conectada na entrada USB.

Não perca para o bonequinho
Foram apenas quarenta minutos, mas deu para ver que o amigo ainda está em boa forma. Programado para correr a 6'/km, ganhou de mim por pouca coisa. Ele não subira o Pico do Itapeva na véspera (vai que cola!). Um breve passeio do Jardim Satélite ao Estoril, duas semanas e alguns dias antes da viagem a Portugal, com direito a passagem pelo homônimo original de lá.

Em contagem regressiva
Como venho me acostumando com os running apps para celular (e escrevendo sobre eles aqui, inclusive), se um dia precisar, posso usá-los como back-up para o Garmin Fenix. Não faz muito sentido, portanto, guardar o 610 para esta finalidade. Aqui (ou no Facebook, onde postei ontem) não é site de classificados, mas estou anunciando a venda do relógio "antigo" (menos de dois anos de uso, foi comprado em novembro de 2011) em bom estado e funcionamento normal. Já teve um amigo daqui que se interessou logo de cara, estou aguardando a resposta dele. Mas, caso não seja fechado o negócio, fico à disposição para contato dos demais interessados pelo e-mail fabio.namiuti@terra.com.br ou mensagem inbox em meu perfil na rede social.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Treino PL75 - A montanha mágica

Você pode correr todos os dias no mesmo lugar. Ou pode se permitir, nem que apenas de vez em quando, algo especial, extraordinário. Pode fazer da corrida apenas mais uma parte banal de sua rotina. Ou desafiar-se e, através dela, encontrar uma força interior que pode até não conhecer na plenitude... A escolha é sua!

Você não sabe do que é capaz, até querer e ir atrás
2011, definitivamente, foi um ano inspirado. Nele, eu e meu grupo de amigos corredores demos início a algumas tradições, que cairiam no gosto da galera e entrariam em definitivo no calendário de eventos regional. A Volta ao Banhado e o Treinão da Fé já haviam acontecido na temporada atual. Faltava o menor, mas não menos desafiador. Faltava o Ataque ao Cume.

Então, não é esse... Mas (o nome) é inspirado nisso!
Guardadas as devidas proporções alpinísticas, uma parada indigesta também. Principalmente para quem não é propriamente um fã das alturas (talvez das "baixuras"). Soa contraditório que o idealizador de um percurso próximo de onze quilômetros de subida (quase) constante seja um camarada que reclama de qualquer rampinha em prova curta? Não tentem entendê-lo(me). Sua mãe não conseguiu... Sua esposa segue tentando!

Mentes complexas
Quase que, dessa vez, vou só na qualidade de espectador, torcedor e fotógrafo. O pequeno e infeliz acidente do treino de sexta-feira TREZE não passou de susto. Mas dos grandes. Deu o maior medo de ficar de fora, embora isso fosse o mais sensato (e o que aconteceria na prática) caso a dor no anterior da coxa persistisse. O tratamento intensivo, à base de gelo, bolsa térmica e pomadinha milagrosa daria, entretanto, excelentes resultados. E me faria acordar no domingo sem qualquer vestígio da lesão. Nem sequer um esperado incômodo na região... Ufa!

Um pouco menos intensivo que isso
Aí, foi só alegria. Nem mesmo o atraso de mais de meia hora para a saída da concentração, com o sol prometendo punir a todos pelo deslize fatal, nos deixaria de cara feia. Duas vans lotadas rumariam de São José dos Campos à bela Campos do Jordão. Era previsto que viessem também amigos de outras cidades: Caçapava, Taubaté, Tremembé e São Paulo. Mas não que fossem tantos assim, quase dobrando o tamanho do grupo. A surpresa foi das mais agradáveis (veio até o Fabio Matheus, sumido há um tempão!). As fotos ficariam bonitas e expressariam bem a alegria de todos ali presentes.

Só essa já diz muito
Não havia tempo a perder. Nada de muito bate-papo nem cafezinho matinal. Foi só a conta de dar as instruções básicas sobre o percurso, usando a célebre concha acústica da Praça do Capivari para amplificar o som da voz. Tudo para evitar o que acontecera no ano anterior, errando o caminho logo no começo e aumentando em mais de um quilômetro o tamanho da encrenca. Já perto das nove da manhã, quando o prometido era largarmos às oito em ponto, demos enfim início à aventura. E que bela imagem a do povo todo se espalhando pelas inclinadas ruas jordanenses.

Caprichou, Suelen, caprichou mesmo!
Começaria, como bom anfitrião, puxando a fila. Lideraria a tropa pelos metros iniciais e daria até um sustinho nela, deixando para virar à direita meio em cima da hora em uma das bifurcações. Fala se tem graça, se não tiver uma dessas gafes... Cederia, naturalmente, o primeiro lugar para os mais ligeiros (e leves) no começo da subida forte. E, mesmo com a sinalização, alguns acabariam se perdendo pelo caminho. Faz parte. Nem se implantasse um GPS subcutâneo em cada um dos participantes isso deixaria de acontecer.

Só o comecinho da encrenca
Positivamente surpreso com a ausência total da dor e, claro, sentindo as dificuldades naturais do percurso, mas o enfrentando com dignidade, fecharia os primeiros quilômetros, os mais difíceis de todo o trajeto, com parciais altas, acima dos 7'/km (ou até dos oito, caso do km 2). Trotando onde era possível e andando onde precisava. Ensaiando diversas parcerias e acabando por fechar com uma das antigas, aliás, presente já na primeira edição do Ataque ao Cume. Salve, Corredor do Apito!

2011

2013
A partir da chegada à estrada, onde todos os caminhos até o Pico do Itapeva, ponto mais alto da região e um dos mais altos do estado de São Paulo, unificavam-se num só, tudo foi ficando um pouco menos complicado. Parciais altas, como a do km 7, acima dos sete minutos; mas outras até começando com cinco. Chegando a fazer bons 5'17'' no trecho em descida (!) do km 9. Quando o valoroso pessoal do apoio, tal qual o Riva, marido da Adriana; ou a Alexandra, esposa do Giovani, ofereciam água, eu brincava, dizendo que queria mesmo era AR. Mas o desempenho na escalada tinha tudo para ser o melhor entre todas as tentativas.



Nem fácil, nem impossível
Enfrentando e vencendo as dificuldades, o ar mais rarefeito (faz diferença, acredite!) e a inclinação do terreno, chegaríamos ao final do trajeto em 1h12. Bem melhor que a 1h15 da primeira vez e, claro, também que a 1h22 do ano passado, com os metros a mais. Fomos recebidos, com efusivos cumprimentos, pelos que já haviam concluído. E retribuímos aguardando os que viriam logo depois. Aplaudindo, reconhecendo o esforço e o valor daquela conquista. Fosse pela primeira vez; ou pelo tricampeonato daqueles que estiveram comigo em todas as edições... E que garantem que estarão em todas as próximas!



Meu muito obrigado a todos; mas em especial para Edward, Cris e Natanael, pela presença nas três edições
Dali em diante, só festa. Centenas de fotos nos mirantes, de onde se avistam várias cidades do Vale do Paraíba (dizem, exagerando, que até quinze!). E a tradicional confraternização, com lanche mais que reforçado, à beira do lago, para recuperar com sobra as calorias gastas morro acima. Rolou, claro, até aquela cervejinha, não pode faltar. Mais uma memorável manhã de domingo, de esporte, amizade, desafios e conquistas pessoais.










Dia de festa. E de imagens marcantes
Recebi um sem número de palavras elogiosas, que me deixaram feliz e emocionado. Mas não fiz absolutamente nada sozinho. Se o treino surgiu de uma ideia minha, ele não passaria disso se não fosse a valorosa colaboração de todos. Não vou arriscar citar nomes, porque certamente esqueceria algum. Mas muito obrigado a você que contactou as vans, que ajudou na hidratação, que compartilhou alimentos, que fotografou, que acompanhou de carro os corredores, que deu aquele incentivo certo na hora exata. Enfim, que esteve conosco, correndo ou não, em mais essa celebração. Quem não esteve, tomara que venha para as próximas!

Vem! Vem! Vem! Vem! Vem!
Que o caminho daqui até Lisboa siga assim. Bonito. E em paz.


Judia. Mas a gente esquece. E volta todo ano
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Resumo do treino:



sábado, 14 de setembro de 2013

Treino PL74 - Sai pra lá!

Até por sua longa duração, dezesseis semanas ou mais, é difícil ter algum ciclo de preparação para maratona 100% livre de um sustinho. Esta postagem já estava praticamente pronta na cachola, era para ser uma singela homenagem ao São José E.C., time de futebol de minha cidade. Não que ele ande fazendo muito por merecer. Desde o começo dos anos noventa não sabemos o que é disputar uma Série A-1 do Paulistão. Bons tempos aqueles em que tínhamos jogos contra times grandes, de lotar o Martins Pereira. Até na primeira divisão do Brasileiro.

Era bem da hora
"No ninho da Águia" era o título pensado durante o treino solo desta sexta-feira à noite. Deixando o meu bairro, inicialmente sem rumo, mas depois decidindo pelas bandas do Jardim Paulista e pelo giro em torno do estádio joseense. Contando, para quem não conhece (ou já esqueceu), um pouco da história do principal clube local e de sua casa. Cheguei a fazer o caminho de ida, sem qualquer problema, com direito à volta olímpica (externa). Mas o de volta seria pior que o calvário de décadas do S.J.E.C., quase sempre mais próximo de cair para a A-3 do que voltar à elite.

Voa de novo, Águia do Vale!
Lá pelo décimo segundo quilômetro, já pertinho de casa, na Vila Nair, uma calçada meio irregular... E tome susto! Desequilibrei-me e, para evitar o tombo certo, saí catando cavaco. Fugi do pior: uma trombada com o banquinho da praça, próxima ao ponto de ônibus. Mas a freada brusca teve um preço: uma bela de uma fisgada no músculo anterior da coxa esquerda. Na hora, desabei de dor e só pensei no pior. Adeus, Lisboa!

A cena do crime
Alguns minutinhos esticando a perna depois, deu para sentir que também não era para tanto. Dispensei até o generoso oferecimento de ajuda de um transeunte. Teve outro que passou batido, fingindo que nem tinha visto. Passado o susto (e a vergonha), mudei a rota e desci, meio andando, meio no trote fake a Rua Talim, atravessei a passarela e segui na mesma leve toada até a base da ladeira da Rua Luiz Gonzaga Sendretti. Queria correr quinze, fechei com treze. E uma ruguinha de preocupação na testa.

O caminho acidentado
Comecei imediatamente o tratamento, com bolsa térmica e pomada fitoterápica. Na hora, passou totalmente a dor. Voltaria mais tarde, fraquinha, mas presente o tempo todo. Se persistir, cancelo sem remorso a minha participação no Ataque ao Cume III do próximo domingo. E estarei lá na subida do Pico do Itapeva em Campos do Jordão, do mesmo jeito, para assistir, fotografar e dar aquele apoio moral para os amigos. Nenhum treino, por mais bacana e importante que seja, vale mais que minha saúde e integridade física.

Já estive lá duas vezes. E estarei pela terceira, mesmo que seja para subir "com ajuda"
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Resumo do treino:

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Treino PL73 - A coisa ficou feia (oba!)

Quando um grande amigo e companheiro assíduo de treinos e provas se machuca, por mais que a gente goste de correr, nunca é do mesmo jeito. Cada integrante do grupo que deixa de aparecer, principalmente por motivo de lesão, faz muita falta. Time bom, digo sempre, é time completo.

Foto com todo mundo simplesmente não existe... Mas a gente tenta chegar perto
E nas fotos dos eventos recentes, vínhamos nos ressentindo demais da ausência de um dos nossos mais atuantes companheiros. Edson, o feio, é um dos comandantes da bagunça. A alegria em pessoa, aquela típica figura que simplesmente não tem como a gente deixar de gostar. E aquele cara parceiro mesmo, que primeiro aparece, só depois é que pergunta quantos quilômetros e para que lado é. Ficar um mês sem correr com ele foi difícil para todos nós.

Ê, ô, ê, ô, o feio voltou...
Até quis armar um percurso lá para os lados onde ele mora. Voltando aos poucos da contusão, o amigo teve o bom senso, entretanto, de preferir algo com altimetria menos complicada. Marcaríamos então no velho Parque Santos Dumont de sempre. O 14 Bis de lata já deve estar cansado de ver a nossa patota por ali...

Déjà vu... ei!
Caga-regra (feio escrever isso?) que não sou, sempre que possível, tento me livrar da função de desenhista do trajeto. Muito se engana quem pensa que eu gosto de impor minha vontade; quero mais é dividir esse fardo com todo mundo. O problema é que nem sempre se vê esse tipo de iniciativa. Fica só um passando a bola para o outro... E ninguém chuta pro gol! Aí...

Eu não boto plaquinha. No máximo sugiro...
Mas a galera, surpreendentemente numerosa, em uma noite que nem pizza teve, tanto insistiu que o vovô-garoto acabou escolhendo o caminho. E ficou no trivial. Iríamos mais uma vez dali até a rotatória de entrada do bairro Urbanova, seguindo pelo Vicentina Aranha e as avenidas São João, Anchieta e Lineu de Moura. Caminho para não ter como errar. Embora sempre tenha quem erre... Só pra gente poder dar risada depois! É a impagável turma da Ilha de Lost.

Bate-e-volta arroz-com-feijão
O grupo seguiria coeso por uma parte do caminho de ida. Mas acabaria se espalhando naturalmente. Aproveitaria então a sempre agradável companhia do Corredor do Apito Sílvio para colocar com ele o papo em dia. Assuntos? Coisas bacanas que estão por vir, tal qual o Ataque ao Cume III do próximo domingo, o Revezamento Pão de Açúcar, que ele vai fazer no dia 22; e a minha expedição a Portugal, para daqui a menos de um mês. Quando vimos que já tinham se passado 5,6 km antes da chegada ao rio, decidimos voltar.




Borrões na noite
Em pouco mais de uma hora, estávamos de volta ao parque. Treininho simples, sem nada de muito especial para ver ou contar. Mas feito com muita alegria, marcando a volta de um querido amigo (ou dois, se contarmos também a reaparição da Camila, que também não corria conosco faz tempo!), que a galera, claro, prestigiou. Bons filhos à casa tornam. E a gente, lógico, comemora correndo.



Com vale-refeição ou não, a turma vai
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Resumo do treino: