sexta-feira, 19 de julho de 2013

Tanto faz

Tanto faz se você vai quando falam que os atletas já podem ir para a largada... Ou se espera chamarem "o resto".

Tanto faz se você é "maratonista", "ultra" ou se é só mais um corredor mesmo. Quem precisa de rótulo é pote de maionese. Quem precisa de prefixo é avião.

Tanto faz se você treina, afinal, parece agora que nem todo mundo faz isso, né? Ou, se pra você, tem "corrida oficial" e "corrida não oficial". Ou corrida valendo e corrida não.

Tanto faz se você é "corredor de verdade" ou não. Afinal, qual é o critério objetivo para definir isso? Um minuto a mais ou a menos por quilômetro? O pódio? Ou um recorde mundial? Deixe a classificação para a lista, ela serve para isso mesmo.

Tanto faz qual seja a sua prova-alvo atual, a distância que você consegue alcançar ou o seu pace.



Importante mesmo é que você não pare de correr. Nunca.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Treino PL42 - Gente que faz

A poucos dias de realizar mais uma vez algo extraordinário, como enfrentar correndo os 37 km que separam, pela Via Dutra, as cidades de Taubaté e Aparecida, é hora não só de pegar leve nos treinos, mas também de acertar na prática, com os amigos e participantes da empreitada, os últimos detalhes para que ela possa transcorrer dentro da normalidade, com toda a segurança e o conforto que sejam possíveis.


Das duas primeiras vezes, foi assim. Desta, parece que vem ainda mais gente
Quando chegamos a um evento, seja ele uma corrida ou um treino coletivo como este; e vemos tudo pronto, dá até a impressão que as coisas acontecem sozinhas, num passe de mágica. Quem está por detrás dos bastidores, entretanto, sabe bem que nada cai do céu. Que pessoas trabalham, e trabalham duro, para que tudo funcione. Ninguém faz absolutamente nada sozinho. E eu tenho um imenso orgulho, repito sempre, de fazer parte de um grupo de gente que atende aos meus chamados, dá pitacos, arregaça as mangas e transforma problemas em soluções. Salve, malucada do asfalto & amigos. Vocês são os caras...

Nos raios gama do quiosque

O treino desta quarta, excepcionalmente, foi também o congresso técnico antes da terceira edição do Treino Taubaté -> Aparecida, como já havia acontecido também no ano passado. Antes de nos reunirmos no quiosque esquerdo do Parque Vicentina Aranha para debatermos propostas para um evento maior, melhor e mais seguro, quem quis, pôde dar umas voltinhas na pista de terra do velho santuário.

Metade do caminho
Comecei o primeiro dos cinco girinhos previstos ao lado do Edson e do novo companheiro Helber. Com o irresistível coro do "vem, vem, vem" (criado originalmente pra chamar a galera para as fotos nas corridas), logo o grupo estava maior, ocupando boa parte da largura de banda. As sumidas Adriana & Aninha, mãe e filha, com quem a gente sempre adora correr e bater um papo. Tonicão, o rei da pergunta e presença assídua em tudo o que a gente faz em termos de corrida. E quem mais quisesse chegar.

A casa é nossa
Corri os 5,25 km de levinho, em pouco menos de trinta minutos. E já encostei nos boxes, tínhamos muito o que conversar. Reunião ligeira, mas bastante produtiva. Definimos os veículos de apoio durante o percurso (carros, bikes e até um caminhão!), estratégias de parada deles, quem vai e quem volta com quem, o que cada um pode trazer para colaborar com a logística, passamos orientações e dicas para os que vão pela primeira vez... Enfim, a união de forças e a partilha de informações para que o treino possa ser, mais uma vez, uma experiência marcante na vida de cada um dos participantes dele. Esse é o nosso jeito de fazer. Um por todos e todos por um. De verdade, não apenas na rede social.

Melhor que a de condomínio
Enquanto não chega a hora de encarar mais uma vez o desafio, deixo aqui um resumo em imagens do que foram as duas primeiras edições. Que venha a terceira! E que possamos chegar ao final de mais essa jornada com saúde, tranquilidade, paz no coração e a satisfação de termos feito algo grandioso.




terça-feira, 16 de julho de 2013

Treino PL41 - Segunda sem lei

Não é o velho western spaghetti das segundas-feiras à noite na TV (putz, agora entreguei a idade, hein?), mas as minhas também não têm xerife que dê conta de botar ordem. A regra, como diria o Arnaldo, é clara: segunda é dia de treino regenerativo, de quarenta minutinhos no máximo. Mas, e depois de um domingo com prova de cinco quilômetros apenas, quando simplesmente não há do que se regenerar?

Não adianta pedir, esse não perdoa
Não deu outra. Já saí de casa disposto a fazer bem mais que o tempo regulamentar nesta noite morna (cadê o frio?) de inverno. Tinha em mente que a semana é quase pré-maratonal, já que domingo, dia 21, é dia de correr pela terceira vez os 37 km de Via Dutra entre Taubaté e Aparecida. Desta vez, devidamente uniformizado e em um grupo certamente bem maior que nas outras edições. Sem exagerar na dose, portanto, resolvi ganhar a rua para um mini-micro-longuinho.

Muito bem trajados
Mas, para onde ir? Esta é a pergunta que minha esposa sempre faz e eu quase nunca sei responder de antemão. Na segunda sem lei, não poderia ser diferente. Fui por aí sem rumo, começando pela descida a-ni-mal da Papa João Paulo I. Pensando em atravessá-la e, para variar um pouco, correr no contrafluxo da Avenida Mario Covas. Simplesmente não deu. O trânsito carregado do começo de noite me fez chegar ao Viaduto Frei Galvão ainda do lado de cá dele. Fui parar, sem querer, na velha pista sentido centro de quase sempre.

Não vim de um lado, mas vim de outro
Estava, como de costume, disposto a correr bastante. Mas não a correr morro acima. Fui só fugindo das ladeiras; primeiro a do acesso à marginal da Dutra, depois a do Anel Viário, mais à frente a da Estrada Velha Rio - SP e, por último, a da São João. Só dobrei à direita quando não dava mais para seguir em frente pelo retão Covas-Zarur-Cury. Um dia, ainda emendam tudo com a Via Norte e aí a gente atravessa a cidade sem subir um formigueiro que seja... Ô, alegria que vai ser!

Por enquanto, só um monte de rabiscos
Fui parar no centro da cidade subindo pela Anchieta e Borba Gato, a mais leve das rampinhas de acesso à região, contornando a orla do Banhado. Volta grande. Normalmente, dá para chegar à rodoviária velha com seis quilômetros ou pouco mais, dependendo do caminho utilizado. Por este, foram longos dez; em ritmo suave, completados em quase uma hora. Demorou tanto que até parei para um pit stop e aguinha do bebedouro.

Agora ela é chique, virou até Terminal Central
Hora de retornar. Mas usando agora um caminho diferente, passando pelas ruas do centro velho, primeiro lugar onde morei na cidade. Fui fazendo ziguezagues, mudando de direção e de ideia sobre por onde ir, ora pensando em terminar mais cedo e voltar de busão, ora disposto a correr a distância completa até meu bairro, esticando bem o passeio. Acabaria num meio-termo. Só iria parar na Cidade Jardim, já de volta ao Jardim Satélite, depois de completar a marca emblemática das dez milhas (arredondadas depois para baixo pelo GPS para 16,05 km). Baixando, propositalmente, ainda mais o giro no trecho final, fazendo parciais acima dos 6'/km, quase como se numa maratona estivesse. E completando com um quilômetro de caminhada no último morrão.

Ainda mais turtle pace que o normal
Terminei meio cansado, mas satisfeito. Muito mais do que estaria se tivesse corrido apenas os quarenta minutos previstos. Sair da rotina, quebrar regras, definitivamente, é uma das coisas que mais me agrada neste mundinho da corrida. Teimoso como sou, se tivesse treinador, certamente iria levar esporro atrás de esporro. Por essas e outras é que não tenho...

Ia dar briga... Prefiro continuar amigo deles!
Foi um bom treino, mais um, aliás. O caminho até Lisboa segue... Quarta tem mais.

E passa por aqui

Link no Garmin Connect:
https://connect.garmin.com/activity/343221673

Resumo do treino:

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Treino PL40 - E agora, José?

Foi muito legal. Mas também muito antes da hora. O quadragésimo treino do Projeto Lisboa foi a corrida comemorativa ao aniversário desse meu cantinho do universo. Faltando nada menos que treze dias para a data propriamente dita... E agora, no dia mesmo, o que a gente faz? Acho que vai para Redenção da Serra, comemorar na beira da represa, correndo mais uma etapa do circuito local.

Confira como foi a festa de ontem em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/sjc2013.htm









sábado, 13 de julho de 2013

Treino PL39 - Só dando uma olhadinha...

É... Depois de muita (e necessária) vagabundagem, quatro dias sem correr, três deles de ócio total (voltara na quinta à noite para a academia, fazendo uma série só de musculatura superior), era chegada enfim a hora de voltar aos treinos de corrida. Caiu a ficha de que a Maratona de Lisboa está chegando, faltam menos de três meses para a minha estreia internacional nos 42,195 km. O descanso e a recuperação depois da batalha do Rio foram muito importantes, diria fundamentais. Mas não havia mais tempo a perder.

Cascais é logo ali...
Talvez o mais sensato fosse fazer um trotezinho solitário, de no máximo meia hora, aqui no gramado da frente da Quinta das Flores. Mas o ninja Mario havia solicitado a vez no rodízio de projetistas dos treinos coletivos semanais. E, como no futebol de Gentil Cardoso, quem se desloca recebe, quem pede tem preferência.

E agora, qual dos dois sou eu, mesmo? Japonês é tudo iguaru, né?
O treino de regresso estava previsto inicialmente para quarta, mas, a meu pedido e dos demais sobreviventes da maratona carioca, foi transferido para a sexta. Valeu. A troca possibilitou a presença até de gente que andava meio sumida, tipo o Michel, a Aninha, o Silas e o Rodrigo Almeida. A Praça da ACM no Jardim Satélite, que já é bonita, ficou ainda mais com a animação dessa galera.

A turma do arroz de festa, mas também rostos novos (ou ressurgidos)

A ideia do "conterrâneo" foi bem bacana: um percurso passando pelos três principais shopping centers da cidade. Eu até já fizera isso também, mas num voo solo em agosto do ano passado. O desenho ficaria mais ou menos assim:

Só faltou levar o cartão de crédito...
Começamos o circuito do consumismo pelo centro de compras da região sul, que na sexta à noite fica sempre cheio de manos & minas e muito difícil de achar vaga para estacionar. Passaríamos primeiro pela sua entrada de motos e bicicletas, depois pelo acesso da Avenida Andrômeda, de trânsito complicadíssimo por conta da reforma (para que mesmo, hein?). E dobraríamos à direita para percorrermos sua face voltada para a Via Dutra. Deixaríamos o restante do contorno, incluindo a nova área de expansão, para o finalzinho do treino. O velho terreno da fábrica de chinelos foi muito bem aproveitado, não dá para negar.


O velho e o novo sul do Vale
O caminho dali em diante seria pela Avenida Jorge Zarur, o nosso Vidoca. Com um grupo grande como aquele na pista, até que os motoristas respeitaram (e receberam nossos acenos de agradecimento). Mas nem sempre é assim. O trânsito ali nas alças do Anel Viário, àquela hora do começo da noite, costuma ser bem carregado. E complicado.

Não é Sumpaulo, mas é quase...
Não tardou que chegássemos ao segundo shopping da noite; o que foi uma construção iniciada e abandonada durante muitos anos, ao lado do condomínio residencial homônimo. Enfim inaugurado, tornou-se o que mais recebe eventos de corrida, além de sediar um teatro, sempre com boas opções culturais (a gente não pensa só em corrida, tá?). A sua atual reforma, que deve duplicá-lo de tamanho, tem causado alguns transtornos, inclusive a impossibilidade da realização de eventos esportivos, já há algum tempo. Mas deve ser por bom motivo. Vai ter espaço à beça para as arenas quando enfim ficar pronto.

Nas colinas
Até ali, tudo plano ou descida. Mas depois desse segundo contorno, começavam as armadilhas da noite. Voltar da subida da Niemeyer e encarar logo de cara a da São João é crueldade com os colegas, viu, japa? Mas até que escalei de boa, junto à mureta central, diminuindo a marcha ao máximo, mas não andando. Virei à direita na Sagrada Família sem precisar de extrema-unção.

Impressionante como parece moleza na foto...
O itinerário até o terceiro shopping da noite foi meio intrincado, passando pelo retão da Madre Paula e Heitor Villa-Lobos e virando ladeira abaixo na Rua Pedro Ernesto, depois de atravessar Nove de Julho, Adhemar de Barros e Francisco José Longo. Outra descida forte, daquelas que dão friozinho na barriga, foi a da Rua Turquia. Pena que a última. Depois, subida pauleira, da Rua Roma até chegar à Avenida Lisboa. Uia! Que coincidência...

A montanha-russa joseense
Chegamos então ao mais antigo dos grandes shoppings da cidade, inaugurado no distante 1987. Lembro que, na primeira vez que entrei lá, pensei que nunca iria conseguir decorar onde estava cada coisa. Talvez hoje em dia, depois da grande e recente reforma, que o deixou meio irreconhecível por dentro e por fora, eu até não saiba mais mesmo. Mas houve um tempo em que andava lá de olhos fechados. Ali eu tenho muita história dos tempos de moleque. Outro dia desses... ;-)



O do meus tempos de mano
Hora de retornar. E o caminho mais curto era pelas avenidas paralelas à rodovia Rio-SP, onde estaremos no próximo dia 21, a caminho de Aparecida, só que no sentido oposto. Primeiro descemos a Benedito Matarazzo, do lado direito da pista. Depois cruzamos por baixo o viaduto e fomos para a Henrique Teixeira Lott. Um trechinho de marginal, em fila indiana, assustando os motoristas que vinham no fluxo. E logo chegamos de volta ao meu bairro, de onde saíramos hora e poucos minutos antes.

Viemos lááááá do fundão
Foram 12,4 km. Pelo menos eu acho. Meu relógio-frequencímetro-GPS endoidou e, mesmo tendo marcado todas as parciais de quilômetro, simplesmente voltou ao modo hora, sem salvar na memória o treino. Primeira e, espero, última vez que isso acontece. Sem cansaço, em um bom ritmo, bem mais forte que os 6'/km que eu esperava fazer morrendo nessa retorno. Um belo treino. E, melhor, passando pelos três grandes shoppings, sem comprar nada e nem gastar nenhum tostão (ô, cara mão de vaca!!!!).

Pense numa galera feliz, porque faz o que gosta

Agora, é voltar às corridas, na prova do aniversário da cidade, domingo próximo. E seguir treinando, firme e forte, para a maratona portuguesa, com certeza. Há vida depois da maratona. E sim, ela continua.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Treino PL38 - Rio (quase) quarenta graus

Tá, tá, é exagero meu... Foram trinta e poucos, 33ºC no máximo. Pra mim, já é muito. Não consegui render bem e fiz a minha pior marca em cinco participações na maratona carioca. De caso pensado. Eu é que não ia estragar um ótimo final de semana de muita diversão com os amigos "correndo pra morte" numa frigideira daquelas. Dosei, e dosei bastante. Corri só mesmo para completar minha décima maratona, quinta no sempre lindo Rio de Janeiro. Valeu. Sigo firme, forte e motivado para a sequência do Projeto Lisboa.

Confira como foi em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/marario2013.htm










quinta-feira, 4 de julho de 2013

Treino PL37 - Deu Zebra!

Calma, calma... Foi no bom sentido! O último treino antes da Maratona do Rio serviu também como celebração do 65º aniversário de um dos nossos mais queridos amigos, fundador da Equipe 100 Juízo, figura das mais populares do meio esportivo regional. Não há quem corra em São José dos Campos e adjacências e não conheça Atelmo Assis, o Zebra.

Esse veinho é porreta!
Outra festividade da data foi a cerimônia de entrega das camisetas que usaremos nas provas de 21 e 42 km do próximo domingo, 7 de julho. Com o apoio das empresas Construtora Tabaporã e Galter Imóveis, oito integrantes da trupe dos malucos do asfalto estarão na orla carioca, em suas estreias nas longas distâncias; ou na busca de seus novos recordes pessoais.

Raphael representando Aldo; no mais, o time Tabaporã/Galter/100 Juízo em campo
O local escolhido para a concentração foi o condomínio da zona leste onde mora o Capita. Foi chegando um, depois outro e mais outro... E logo a rua estava fechada! Celebrity é celebrity.

Dava até pra jogar futebol...
Com a chegada do Diretor Edward, para dar o apoio pedalístico e fazer o documentário, mais o atrasadinho Marião, logo após uma breve reunião para a decisão do roteiro a ser seguido (bem curto, a pedido dos maratonistas), enfim largamos. Chegamos até a parar o trânsito da Estrada Velha sentido Caçapava para atravessá-la... Moral, hein?

Segurança em primeiro lugar, usamos a lateral da ciclovia
O caminho não teve muito segredo. Do Jardim das Flores até Eugênio de Melo. E dali, após desfilarmos na via principal do distrito, pela marginal da Dutra até a Embraer. Com até as feras, como o Wagner, rodando em ritmo leve, formamos um pelotão de cinco e seguimos só no bate-papo. Não é todo dia que dá pra correr ao lado desses craques... Privilégio!

Borrou. Mas somos nós, garanto
A meta era não chegar aos dois dígitos. Assim que ouvi o bipe do relógio soar pela quinta vez (ou "gepear", segundo o homenageado da noite, sempre cheio dos neologismos), portanto, tratei de fazer o bate-e-volta, puxando comigo parte da turminha. Ainda não havíamos chegado à unidade da fábrica de aviões. E nem precisávamos. Noite de pegar leve.

Nem vi
O regresso também seria só na manha do gato. Escoltado o tempo todo por aquele que garante que vai correr os 42 km ao meu lado no domingo (quero ver!). Haja assunto, hein, mano Edson? Mas esse conversê não pode passar (muito) de quatro horas, combinado? ;-)

Conheço faz pouco tempo. Mas já é meu irmão
Com um miguezinho de leve para encurtar o caminho de volta, logo chegamos ao ponto de partida, fechando o roteiro cinco minutos abaixo da hora completa. Mais que satisfatório para fechar a conta de uma preparação tranquila, sem sustos ou dores, de 1263 km rodados (incluindo treinos e provas). Praticamente duzentos (!) a mais do que rodei no ano anterior, quando conquistei minha melhor marca oficial, também no RJ. Não prometo nada. Mas estou confiante em ao menos repetir a boa atuação (só não precisa deixar o termômetro passar dos trinta graus, tá, São Pedro?).

Que seja piedoso o astro-rei
Aí, foi só festejar, com os comes e bebes oferecidos pelo aniversariante e trazidos pela galera. Teve sucos diversos, barrinhas, frutas, roscas salgadas e doces (e mista). Foi praticamente um jantar de massas... Até um vinho rolou! Passei... Quem sabe depois da marvada, pra comemorar (ou esquecer!).

Ô loco, BCAA???
Agora é descansar, curtir os (merecidos) dias de folga. Aproveitar as duas noites com a família, revisar a checklist, mas também jogar bola com meu guri, arejar a cabeça, deixar preocupações e ansiedade (sim, mesmo na décima vez!) de lado. E tentar fazer o melhor que puder no domingão. Agradeço a todos pelo apoio e torcida. Estaremos juntos, mais uma vez, do Pontal ao Aterro.

Assim foi o último mapinha antes do Rio

Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/337156695

Resumo do treino: