quinta-feira, 8 de maio de 2014

As novas conquistas de um velho corredor

Eita! Bloguinho meio abandonado. As atualizações, que já foram até diárias, andam sendo mensais, se muito. Mas parado não estou, longe disso. Abril foi um mês de rodagem relativamente baixa (182 km, menos que os duzentos que me propus como média), mas, em compensação, também de duas meias maratonas. Uma ruim, outra sensacional em todos os aspectos.

No dia 13 eu participei pela quarta vez da Meia Maratona Internacional Corpore Cidade de São Paulo. Presenteado com a inscrição em um sorteio feito no blog do Colucci e oferecida pela Líquido Moda, voltei a SP, onde não corria desde setembro do ano passado, para encarar os 21 km e uns quebradinhos no manjado, mas sempre belo cenário da Cidade Universitária. Comecei muito bem, mas acabei perdendo o pique depois da primeira metade. Concluí com tempo bem mais alto do que estava esperando. Resultados à parte, foi bom rever os amigos por lá.

Confira o relato em
http://www.fabionamiuti.com/corrida/xvmeiacorpore.htm 



 




Duas semanas depois, a volta por cima, em grande estilo. A vida é mesmo assim. Se perdi a chance de fazer um sempre válido sub-2 horas em Sampa, não daria mole pro azar de novo em minha segunda corrida internacional, primeira num país vizinho que sempre quis visitar, a Argentina. A Media Maratón de B'Aires seria a cereja do bolo de um fantástico passeio (celebrando ao lado de minha esposa os nossos quinze anos de casamento) pela capital portenha, uma cidade de inúmeros encantos. Até (e principalmente) à mesa. Ô, comida boa!!! Voltar de lá, apesar de tanta comilança e caminhadas enormes, com um bom resultado de 1h55min foi legal demais.

A história completa eu contei aqui:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/mmba2014.htm








E não teve folga no Dia do Trabalho. Quatro dias depois da prova em Buenos Aires, dois após chegar de viagem, eu já estava na pista de novo, por um motivo mais que nobre. Alcançar, enfim, a tão almejada marca das 300 corridas. Um número como qualquer outro, apenas redondo e mais bonitinho. Mas sem dúvida algo a se comemorar. Principalmente por ser completada ao longo de quase nove anos (contando somente provas) de prática esportiva ininterrupta, sem problemas de saúde e nem tampouco qualquer contusão mais grave. Celebrada com simplicidade na 46ª Prova Pedestre de São José Operário em Taubaté, mas também com uma avalanche de amizade e carinho. Com direito a muitos cumprimentos e abraços; e até troféu e certificado especiais. Eu tenho mesmo amigos preciosos.

Veja como foi a festa da #Corrida300 aqui:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/46sjo.htm







E, fechando a quadra de ases desse maio que começa (fechando nada, sábado agora tem mais em Redenção da Serra), uma prova da qual deu um orgulho danado de participar... Quase tanto quanto a canseira de escalar aqueles morros todos! Não sou o criador e nem trabalhei na organização da Corrida do Novo Horizonte/Cerejeiras 2014, mas é fato que as provas populares nos bairros, iniciadas por esta e a serem replicadas em outras regiões da cidade, surgiram de reivindicações dos próprios atletas, entre eles, este que vos chateia. Foi ver um sonho transformado em realidade. Foi bom demais! E ainda teve a 100 Juízo no alto do pódio, com justiça, como a maior equipe presente. É a força dessa malucada do asfalto, que ninguém segura.

Contei a coisa toda assim:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/novao2014.htm






Em termos de corridas foi mais ou menos isso aí. Mas não dá pra encerrar sem falar da grande onda de solidariedade que varreu São José na madrugada da quinta para a sexta-feira santa. O treinão Correndo na Madrugada IV, uma ideia minha, mas uma realização conjunta da Equipe 100 Juízo e seus amigos, percorreu as principais avenidas da região central e oeste e arrecadou, por meio de seus participantes, mais de 250 caixas de bombons, que foram distribuídas em mutirão a diversas entidades beneficentes da cidade (e também em Jacareí e Caçapava). Foi uma festa maravilhosa, que mostrou mais uma vez o poder que tem esse fantástico esporte e a união dos que o praticam. Não mudou o mundo, digo sempre, mas fez um pouquinho mais feliz a Páscoa de crianças, adultos e idosos presenteados com os chocolates.













Que a corrida seja sempre o pano de fundo para experiências extraordinárias como essas.

P.S.: teve um treino muito legal em Natividade da Serra também, com direito a passeio de balsa no meio do percurso e tudo.



terça-feira, 8 de abril de 2014

Sabbatum et Dominicus

Não gastei o meu latim, mas despendi um bocado de energia nos dois desafios do final de semana. O primeiro deles no sábado, meio de supetão, descoberto por acaso na véspera, nas postagens da grande rede social. O glorioso Giba publicou que ia. Eu choraminguei junto à organização uma vaguinha também (além de um carreto com o amigo de Taubaté) e, aos 45' do segundo tempo, reservei presença para conhecer a minha 51ª cidade na lista de visitas: Cunha. Muito bonita e agradável. Espero voltar para conferir (e correr) mais por lá.

Confira meu relato de participação na Trail Run Corrida de Montanha 6 km em:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/cunha2014.htm












As subidas e descidas nas trilhas martelaram bem a musculatura do tiozinho, mas ele não é de fugir à luta. No domingo logo cedo estava lá no nonagenário Parque (e ex-sanatório) Vicentina Aranha, reunindo a malucada do asfalto e agregados para um treinão clássico.



A Volta ao Banhado, percurso criado pelo noivo do ano Michel, foi revisitada, só que no sentido inverso. Ao invés de começarmos pela zona norte, como das outras vezes, partimos em direção à zona oeste, passando pela Avenida São João, pelo percurso da sofisticada corrida Track & Field, debutando pelos lados de cá (eu não pago oitentão pra correr no Vidoca nem a pau, Juvenal!). E pela região do Urbanova e seus condomínios adjacentes, tal qual o Paratehy e o Jaguary (haja y!).



Depois veio a travessia da planície e cartão postal joseense propriamente dita. Cruzar o Banhado e seus terrenos irregulares (e enlameados), margear a ferrovia (pela primeira vez, ouvimos o piuí e, sem escolhas, tivemos que dar passagem ao trem) e registrar tudo em belas imagens é sempre um grande barato. Ainda mais na companhia dessa galera genial e casca-grossa.




Mas eu não sou mais moleque; e a ousadia de enfrentar duas pedreiras dessas em 24 horas teve o seu preço a pagar (leve-se em consideração também que estou vindo dos 23k em Igaratá, prova duríssima). Lá pelos 14 ou 15 km, o bicho já começou a pegar e a turminha foi desgarrando à frente. Ser o último a terminar, sobretudo em meio a grandes corredores como meus companheiros de treinos e provas são, não é e nunca será humilhação nenhuma. Mas arriscar uma lesão ou coisa pior, todo mundo sabe, não é a minha. Passei a alternar trotes e caminhadas, fui até os 19 km e concluí o percurso pedindo uma providencial carona para a querida amiga Vanda (obrigado!!!), que ao lado do Alan "Bodaum", prestou apoio aos participantes durante todo o tempo.


Pode até não ter ficado muito bonito abandonar o trajeto sem o concluir, mas achei mais prudente. E os quilômetros a menos não diminuíram em nada a minha alegria de ter estado lá. Fechamos a manhã com um daqueles célebres lanchões comunitários num dos quiosques do parque. Merecido. E delicioso!



Abre-se assim, oficialmente a preparação para o 4º Treino da Fé Taubaté -> Aparecida, marcado para o dia 1 de junho próximo e, pela primeira vez, com 42 km.



Saiba tudo sobre ele, o treino do ano, em:
https://www.facebook.com/events/230458837159426

terça-feira, 1 de abril de 2014

Uma prova inesquecível

Até agora os meus músculos anteriores das coxas estão se lembrando dela... ;-)

Brincadeiras à parte, foi mesmo um privilégio fazer parte do field desta primeira edição dos 23k em Igaratá. Que aconteçam muitas outras.

Confira como foi:
http://www.fabionamiuti.com/corrida/igarata23k.htm