quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Treinos PL60 e PL61 - Dias de luta

Se você tem saúde, valorize-a, cuidando dela o melhor que puder. Não há nada mais importante que isso. Sua ausência, ainda que momentânea, afeta não só a você, mas a todos em sua volta.

O que de mais precioso há
Todos passam por isso, é o natural ciclo da vida. Primeiro, você é o cuidado; para mais tarde, ser o cuidador. Ou, pelo menos, um dos. 2013 tem sido um ano particularmente complicado neste aspecto. Andamos tomando uns sustos com os entes queridos. E, desde o início de maio, estávamos empenhados em conseguir, sem um plano de assistência médica que desse respaldo, uma cirurgia cardíaca para o pai da minha esposa. Neste meio tempo, algumas vezes fui acordado de madrugada para levá-lo às pressas para a ER.

Na boa? Não gosto nem na TV...
Não, não seria justo dizer que minha vida parou (a da minha esposa sim, teve de abandonar trabalho, inclusive; chegou a começar um curso, mas não teve tempo e nem cabeça para continuar) por causa do sogrão. Não vou, é claro, poder culpá-lo se terminar a prova em Lisboa acima das cinco horas ou se quebrar no meio do caminho. Tenho procurado tocar a vida e os treinos esportivos dentro de uma mínima normalidade; alguém precisa fazê-lo. Mas, se treinar para uma maratona quando está tudo certinho, como num comercial de margarina, já não é fácil, imaginem em meio ao caos.

Nem parece que tem gordura trans...
Destaco a garra e a vontade de lutar desta guerreira chamada Janete, com quem me casei há quatorze anos. Em um cenário de saúde pública que é uma verdadeira tragédia nacional, só mesmo sua persistência vem garantindo o êxito desta batalha. Quando se assistem entrevistas, no noticiário local, de gente que diz estar esperando há um ano ou mais por uma simples consulta ou exame, é que se compreende o valor do que ela conseguiu por seu pai em pouco mais de três meses. Sim, ele foi operado no começo desta semana, para a troca da válvula aórtica. A terceira vez que passa por isso desde o ano 2000. É um sobrevivente. Deixou a UTI nesta quarta-feira e se recupera bem no hospital, que virou nossa "segunda casa" de uns dias para cá. A luta é árdua, mas vale a pena. Graças ao Bom Cara, aos médicos competentes e à essa moça batalhadora que correu atrás disso tudo, as coisas estão se encaminhando.

explicado o porquê do sumiço dela nas corridas?
Pretendemos, se tudo der certo, celebrar o sucesso dessa empreitada "correndo" juntos no domingo, em Eugênio de Melo. Fiz a inscrição dela para os 5 km. Ela não está treinando e seria irresponsável de minha parte querer que saísse feito doida atrás da multidão. Vamos caminhar juntos no percurso, dar um trotezinho só para brincar. Ser os últimos colocados, chegar depois até da maior parte da turma que vai correr os 10 km. E daí? Não é uma corrida, mas uma simbologia. Reforçar ainda mais a nossa união. Juntos, somos fortes e temos enfrentado e vencido todo tipo de problema. Homenageá-la e agradecer por ser a pessoa que é.

Mais duros na queda que o velho jequitibá
Treinos durante a semana, suposto assunto desta postagem? Fiz dois, por enquanto. Segunda, dia da cirurgia, não deu. Fui para a academia na terça e corri vinte minutinhos (ou 3,7 km) como parte do treinamento em circuito. E ontem à noite reunimos a galera no Centro da Juventude, sob uma belíssima lua cheia, para um rolezinho pela zona sul, 12,3 km e duas subidas porretas. Valeu, rapaziada, pela companhia.




Fácil não está sendo, nem nunca é. Mas Lisboa há de ser para brindar à sua saúde e à sua alegria de viver, seu Caciano. Você vai brincar muito ainda com esses seus netinhos.


domingo, 18 de agosto de 2013

Treinos PL58 e PL59 - Um weekend com você

Se tem corrida, a gente corre...
Se não tem, corre também.

Sábado

Domingo
Quando eu falo (ou escrevo), me chamam de chato. Mas digam a verdade: ô, calendariozinho ruim, esse nosso! Domingo que vem, dia 25, tem corrida em Eugênio de Melo, em Taubaté, treino chique da Gamaia e um ou outro evento mais por aí. Já neste final de semana, não havia absolutamente nada em toda a região. Quem deu uma esticada até SP, ainda pôde fazer a etapa Santana do Circuito Popular de Corridas de Rua. Quem esticou ainda mais, até o Rio, correu a meia que dá aquela voltinha xarope no Aterro e larga tarde à beça, só pra poder aparecer no plim-plim.

Ela manda prender. Ela manda soltar. Ela atrapalha as corridas
Quem ficou no Vale, se virou como pôde. Importante mesmo era não ficar parado. Marcamos logo dois treinões para o finde. Um para "ressimular" o percurso da corrida comemorativa ao aniversário do distrito a leste de São José dos Campos. Já havíamos feito isso na semana anterior, no coletivo semanal de toda quarta-feira. Mas era meio óbvio que o nosso inflexível pessoal do trânsito iria barrar o primeiro (e ótimo!) trajeto bolado pelo pessoal nativo das quebradas. Uma pena.

Eles só sabem dizer isso...
Mas não tem terror. Se não aprovam um, o nosso valente e incansável Diretor Edward vai lá e monta outro. Um dos colonizadores da região e conhecedor de cada palmo daquele chão, não lhe faltam recursos e criatividade para isso. Novos mapas seriam traçados para os 5 e 10 km, livrando uma das duas principais vias de acesso. E nós, que adoramos novidades, estávamos lá para conferir em primeira mão quais seriam as mudanças. Muitas, aliás. A começar pelo sentido da largada, invertido em relação aos anos anteriores e ao roteiro originalmente percorrido dias antes.


Novos mapas para os cinco e os dez
A tchurminha, numerosa e de ritmos bem variados, logo se espalharia pelas ruas das adjacências do poliesportivo, mantido como arena do evento. Depois de breve passagem pela Rua 21 de abril, rumamos ao Jardim Itapoã e marginal da Estrada Velha, que margeia todo o bairro Galo Branco e o liga ao Residencial Righi. Como no primeiro simulado, faria novamente boa parte do trecho ao lado do Cap. Zebra, voltando aos poucos à velha forma. De posse da câmera, registraria imagens de partes do itinerário.

 
 
 

 
Cenários para todos os gostos
Percebe-se claramente que o novo percurso deu maior grau de dificuldade à prova, pelo menos em sua distância maior. Há uma diferença na variação altimétrica (81 metros no trajeto original, 92 no modificado) e passagens por trechos menos urbanizados, como a ligação em piso de terra e cascalho das marginais da Estrada Velha e da Dutra. A própria via paralela à BR-116, ausente do primeiro mapa e recolocada no segundo, também é um trecho tradicionalmente complicado, cheio de costeletas que não favorecem muito a quem pretende correr rápido. A companhia do amigo Marcelo foi muito bem-vinda e ajudou a manter um bom ritmo para este trecho final, de retorno à reta da Ambrósio Molina.

Valeu, Marcelo!
Depois de correr duas vezes os 10 km em treinos, parto, contradição total, para a metade disso no dia da prova propriamente dita. Consegui convencer minha esposa a finalmente estrear em uma corrida ao meu lado. Deveremos ser os dois últimos colocados, mais caminhando do que correndo, mas vai ser uma satisfação muito grande ter a companhia dela a cada passo. Como vem sendo, aliás, desde as minhas primeiras corridas. A torcida organizada tem chefe. Retribuir é o mínimo que eu poderia fazer.

Sempre comigo
Menos de vinte e quatro horas depois, estava novamente em ação. Acordar antes do sol nascer, ainda mais numa friagem dessa, é pavoroso... Mas, se for para dar uma corridinha, a gente nem liga! Toninho, ausente na véspera, passaria por aqui para uma providencial carona. E iríamos encontrar uma animada galera no outro extremo da cidade, quase onde ela vai se encontrar com a vizinha Jacareí. E para lá seguiríamos, saindo da casa do companheiro de equipe Giovani, o nosso Pikareta.

Gente fina. E corre MUITO!
Tinha até um cafezinho pra esquentar a goela. Mas foram esperando um chegar, depois mais outro. Custei para me livrar dos agasalhos. Pedi encarecidamente para começarem logo. Ou então para me darem um abraço (hehehe...). Que friaca danada!

Dizem...
Faltando sete semanas apenas para a Maratona de Lisboa, meta do meu segundo semestre, este treino longo era vital para as minhas pretensões. Corrê-lo bem seria fundamental para dar pique à reta final da preparação. Comecei ao lado do veterano amigo Toninho, em ritmo razoável, puxando a fila da turma do fundão, já que a cavalaria, antes do primeiro bipe do relógio, já estava centenas de metros à frente... Esses caras não sabem brincar!

Assim não vale!
Até o quarto quilômetro, em asfalto e declive, tudo tranquilaço. A partir dali, encrenca da boa. Piso rústico, pouco irregular no começo, bastante mais à frente. E quase nada plano. Praticamente o tempo todo ou subindo, ou descendo. Na encruzilhada, por onde passáramos na outra vez ali, em março, desta vez iríamos pelo lado esquerdo, deixando a Estrada do Rio Comprido e entrando na do Varadouro, seguindo reto depois que ela passava por debaixo da Rodovia Carvalho Pinto. Uma lindeza só o visual da zona rural de Jacareí, pertinho da represa de Santa Branca. Chegar lá para apreciar é que era meio complicado.

Bonito, mas de difícil acesso
A dupla ganharia a companhia de Tonico e Helber e participações especiais do Johan, que ia e voltava, para aumentar seu treino para trinta e poucos "kaemes". Juntos chegaríamos ao final da estrada e começo de outra, com 12,6 km rodados. Hora de regressar e, pelo feeling da galera, colher os frutos da maior parte em aclive da primeira metade. Tinha lá as minhas dúvidas. E não estava enganado. Havia muito morro a subir dali para frente também.


Encrenca indo, mas também voltando
Aos poucos, mais cansado que os amigos que folgaram na véspera, fui ficando para trás. Na volta ao trecho urbano, andei bonitinho na ladeira monstro da Rodovia Geraldo Scavone. Ali não tem muito jeito. Naquelas rampas, pit bull vira chihuahua... As parciais 22 e 23, acima dos nove minutos, distorceriam toda a minha média de velocidade do dia. Mas voltaria a ficar pouca coisa acima dos 6'/km nos dois últimos quilômetros, novamente no plano (ou quase isso). Importante seria completar, e bem, os vinte e cinco e uns quebrados. Nem que para isso, fosse literalmente o último a chegar... Cata-prego para o Fabião!

Uó uó uó uó...
Muita água (que faltou levar durante o treino, esqueci da garrafinha), sucos diversos, bolos e tortas. Reposição à altura depois do considerável esforço. Comendo pelas beiradas, aos poucos acho que vou ficando pronto para encarar a marvada lusitana. Não parece ter pinta de recorde pessoal, mas acho que vexame internacional também não vou dar. Sigo correndo atrás do prejuízo. E contra o tempo.

Encrenca da boa
Belo final de semana, sem medalhas, mas com muitos quilômetros (35!) e emoções. Durante a próxima tem mais.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Treino PL57 - Um banho de alegria

E não foi nem daquelas duchass, cujo jingle os mais velhinhos hão de lembrar. Foi de chuva mesmo. Daquelas fininhas, garoa de dar ao interior feitio de capital paulista. E temperatura de deixar quem diz que ama correr, mas só da boca para fora, em casa, debaixo das cobertas.

Eu perdi o meu
O que leva às ruas, numa friaca dessas, uma valente e animada turma de corredores? Parafraseando o saudoso Joelmir, difícil explicar para quem não é, e totalmente desnecessário para quem é. Não há um porquê, não precisa haver. Estamos lá porque gostamos de correr e de estarmos juntos. Reunir velhos amigos ou receber novos. Ver de volta, com muita alegria, quem deu aquela sumida, por lesão ou outros perrengues da vida.

Antes do congelamento
Faltou gente nessa foto. Wagner, que esperamos ter recebido boas notícias da ressonância no joelho. E Edson, que andou levando susto com a moto. Esquisito treinar numa quarta-feira à noite sem a presença de quem está sempre conosco, de onde quer que saia o treino. Mas estávamos ali no Vicentina também para representá-los.


Forza, guerreiros!
Ninguém quis se arriscar escolhendo um percurso. Então sobrou a bucha do canhão mais uma vez para este que vos escreve. Fui no trivial. Um dos caminhos mais simples (e manjados) que existem. Sem novidades ou risco de gente se perdendo por aí. O velho bate-e-volta dali até o Urbanova. Retornando no sexto apitinho do relógio, para inteirar uma dúzia de quilômetros ao final.

Rabiscos no chão
Comecei puxando a fila e correndo ao lado do Vinicius, que não apareceu na foto oficial, mas também estava de volta aos treinos conosco. Afora incômodos de vento contra e água escorrendo no rosto, o tempo frio sempre me dá mais disposição do que o oposto dele. Logo de cara, já deu para perceber que seria um treininho ritmado, tendendo ao progressivo. Pelo menos no caminho de ida, em declive suave e constante. Não é toda noite que eu faço, sem valer nada, parciais abaixo dos 5'.

Progressive rocks!
Na chegada ao rio, o parceiro de início de treino já resolveu voltar e eu tentaria ficar na cola do Helber e da Adriana (como corre essa moça!!!!). Tonicão, Toninho e Ricardo Mourão estavam logo ali, no retrovisor. Mas a minha segunda metade de treino seria um coletivo solo. Com os amigos por perto, mas também comigo mesmo e meus pensamentos apenas. Muito no que refletir, muitas e importantes decisões para tomar, muitos abacaxis para descascar... Assim é a vida!

Um de cada vez
Sem sentar a bota como no comecinho, mas também não arrastando o popozão na volta, cumpriria a minha participação no treino mantendo uma boa média de 5'30''. Chegaria ao parque ensopado, de suor e da chuva fina e insistente. Mas também feliz. Como era, aliás, a expressão de todos ali, qualquer que tenha sido a distância ou a velocidade de suas corridas.

Rir é o melhor remédio. Correr, logo ali junto
Não preciso de medalha, de camiseta, de kit. Não preciso nem de prova-alvo, embora goste, claro, de ter uma. Não preciso estar treinando para algo específico. A mim, basta saúde e paz de espírito para correr. E correr, para ter saúde e paz de espírito.

Uma coisa leva à outra
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/359049141

Resumo do treino:

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Treino PL56 - Uma segunda chance

A postagem sobre a minha (frustrada) experiência com aplicativo para celular RunKeeper rendeu... Pintaram comentários a rodo, aqui no próprio blog e nos links que postei no Facebook. Desde gente concordando com a falta de estabilidade e precisão (sugerindo ou não outros apps similares para corrida) até defensores fervorosos, dizendo que usam desde a primeira edição da São Silvestre e não trocam por relógio-frequencímetro-GPS nenhum nesse mundo.

Corredores a lenha
Não tive ainda a curiosidade de baixar para teste os demais aplicativos sugeridos (Runtastic, Endomondo, Sports Tracker, etc.) pelos visitantes. Provavelmente o farei em outra oportunidade. Mas resolvi acatar uma sugestão do Enio Augusto e marquei, para esta noite de segunda-feira, um tira-teima. No braço esquerdo, o bom e velho Garmin Fenix do dia-a-dia. No corner direito, o desafiante celular rodando a versão mais recente (e gratuita) do programinha. Seria, com o perdão dos meus amigos sardinhas, mais um Barcelona x Santos?

Sacanagem...
Antes de continuar com a análise, um adendo. Problemas de saúde de seu pai impediram momentaneamente minha esposa de dar continuidade a seu curso, iniciado na semana anterior. Como nunca disse aquele presida das três letrinhas, esqueçam o que eu escrevi (na sexta). Estou de volta à rotina dos meus treinos noturnos. Pelo menos por enquanto.

E não se salva ninguém
A primeira comparação, como já era esperado, deu vantagem ao celular. Que acha o sinal do satélite bem antes do relógio: poucos segundos contra mais de um minuto. E olhem que hoje, o Fenix até que demorou pouco para pegar no tranco. Aquela voltinha circular, no velho estilo do Relógio Musical do antigo "Qual é a música?" é extremamente irritante às vezes. Já me fez até "começar corrida" depois do pórtico.

Casou com ela?
Em um segundo aspecto, o da praticidade de uso, entretanto, o relógio dá um baile. Ambos iniciam cronometragem e monitoramento de distância a um toque de botão, mas o do primeiro está logo à mão (ou ao pulso), enquanto o celular precisa sair primeiro de seu receptáculo. Para não ter de usar novamente a armband em meu scharzeneggenérico braço, tentei deixar no bolso do shorts. Chacoalha muito, dá uma sensação de insegurança ao correr. Acabaria levando na mão mesmo.

Aperte & corra
Num percurso bem manjado e de baixo grau de dificuldade, afinal, era noite de treino regenerativo, iniciei o trote surpreso com o primeiro boletim sonoro do RunKeeper. Batendo exatamente com a distância mostrada na tela do Fenix. Concorrentes dele, como o Motorola MotoACTV, que cheguei a usar em testes durante pouco mais de um mês, também contam com o recurso de avisar por voz a cada intervalo (de quilômetro em quilômetro, por exemplo) sobre o tempo, a distância já percorrida e o pace médio. Não é algo que, particularmente, me faça falta. Mas não deixa de ser uma funcionalidade interessante para quem gosta (há quem precise sempre de um "treinador", mesmo que seja virtual). Eu prefiro música.

Quer procê?
Continuei achando, como na primeira vez, que a variação do ritmo instantâneo mencionada pela moça do aplicativo foi exagerada, sem que as minhas passadas pelas avenidas do Jardim Satélite e Bosque dos Eucaliptos correspondessem a ela. Como legítima representante do gênero, ela não se decidia. Ora dizia que eu estava a 7 km/h, ora afirmava que passava dos doze. Nem caminhei e nem rodei em ritmo de prova. Mas a medida de ambos, relógio e celular, continuaria bem próxima em quase todos os quilômetros completados, variando no limite da precisão das casas decimais. Algo realmente inesperado. E positivo.

Brincadeirinha, meninas...
No final das contas e do treino, a diferença aumentaria um bocadinho (60 metros), mas ficaria dentro de padrões absolutamente aceitáveis, menos de 1%. A segunda impressão a respeito do aplicativo, portanto, foi bem melhor que a primeira. Frescurinhas legais, como postar diretamente no Facebook ou Twitter a partir do próprio aparelho, sem ter de transferir os dados da atividade para o PC primeiro são interessantes. Muito embora eu tenha perdido este costume, deixando a "surpresa" aqui para os leitores do blog.




A diferença nos tempos se deveu ao start primeiro no celular e à uma breve parada na Área Verde para um gole d'água antes do sprint final. O aplicativo, como também o relógio, tem nas suas configurações uma opção de pausa automática quando o usuário interrompe a corrida. Mas a perda momentânea de sinal do GPS, na passagem sob áreas cobertas, como viadutos, túneis ou mesmo marquises pode comprometer a cronometragem neste caso. Prefiro, tradicionalmente, deixar no pause manual mesmo. No relógio, é mais fácil fazê-lo. No aparelho, até tirar, apertar, apertar de novo e guardar, perde-se muito tempo.

Não complica...
Treininho curtinho, gostoso, confortável... Ouvindo uma lista só com "top songs", passou num instante. Até o coração curtiu, bateu devagarinho, quase não passou dos 130 bpm. Cheguei, com estes sete, à significativa marca de 1500 km rodados em 2013. Tem horas que dá vontade de mandar maratonas e recordes pessoais às favas e fazer só meia dúzia destes trotezinhos por semana... Um dia ainda tenho essa epifania.

Ouça o seu
Link no Garmin Connect:
http://connect.garmin.com/activity/358003042